Marea — Mierda y cuchara (Directo 2008) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mierda y cuchara (Directo 2008)" de Marea.

Letra

Cuéntame, dime, ¿Quién te ha colgado el mar de las pestañas?
Y ahora dársena de estiercol se tornó la comisura de los besos
Sed de limón, cimbrear como las espadañas
Y en el hueco de mi espalda y la pared cuelga tu nido del revés
Y cada huevo parido es nada y cada beso en la boca es nada
Como si no hubiera pasado nada…
Un reguero de luna será nuestra casa
De esta luna tan puta de pechos de plata
Será el arrullar de la libertad
Que tiene cogida pa ti y para mi en la goma de sus bragas
Cuéntame del llover, de los días de mierda y cuchara
De la rara podredumbre del querer, cuando no falta de nada
Porque sé que el saber no sirvió para dañar tus labios
Y que te sobra todo lo que va después, de yo te quiero y yo, también
Y mi costilla arrancada es nada, y cada trino quebrado es nada
Que fuimos solos y seremos nada…
Aguacero de soles caerá en nuestra cama
Que sólo quiere amores de piernas mojadas
Y dejarnos prender, que no es menester
Ponernos en pie, tú como luna en celo y yo como una cabra
Regaré, sin querer, con silencio, de estrellas, tu cuarto
Que no anhela más que el grito del papel en el que he escrito mi quehacer
Que nunca más servirá de nada si su tronido se queda en nada
Cuando su savia ya no riega nada…
Un reguero de luna será nuestra casa
De esta luna tan puta de pechos de plata
Será el arrullar de la libertad
Que tiene cogida pa ti y para mi en la goma de sus bragas

Tradução da letra

Diz - me, diz-me, Quem te pendurou o mar Dos Cílios?
E agora a doca de estiercol tornou se o canto dos beijos
Sede de limão, cimbre como as espadanhas
E no buraco das minhas costas e na parede pendura o teu ninho do avesso
E cada ovo parido é nada e cada beijo na boca é nada
Como se nada tivesse acontecido…
Um reguero de lua será a nossa casa
Desta lua tão puta de seios de prata
Será o arrulhar da Liberdade
Ele tem foda pa você e para mim na borracha de sua calcinha
Fala-me da chuva, dos dias de merda e colher
Da rara podridão do querer, quando não falta de nada
Porque sei que o saber não te Prejudicou os lábios
E que te sobra tudo o que vai depois, de eu te amo e eu, também
E minha costela arrancada é nada, e cada trino quebrado é nada
Que fomos sozinhos e não seremos nada…
Chuva de sóis vai cair em nossa cama
Que só quer amores de pernas molhadas
E deixar-nos ligar, que não é necessário
Pôr - nos de pé, tu como a lua no cio e eu como uma cabra
Regarei, sem querer, com silêncio, de estrelas, o teu quarto
Que não anseia mais do que o grito do papel em que escrevi meu trabalho
Que nunca mais servirá de nada se o seu trovão ficar em nada
Quando a sua seiva já não rega nada…
Um reguero de lua será a nossa casa
Desta lua tão puta de seios de prata
Será o arrulhar da Liberdade
Ele tem foda pa você e para mim na borracha de sua calcinha