Marea — Latido jondo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Latido jondo" de Marea.

Letra

Si ves que lloro, tírame una trenza
No seas pelleja y despeja el torreón, mira a ver
Que ataos con un cordel te ofrezco mis respetos
Ni te la meto ni te pongo un cascabel
Que el llorar es por tus ojos, no es por cojones
Que si me miras van cantando Camarones
Por seguirillas, latiendo bajo
Como el badajo que hay en nuestros corazones
Que no palpita, que pega voces
Que está hasta el coño de mentiras y de roces
No quiera el otoño que se pare por mí
Si ves que pego coces en la cuadra
Abre la puesta y despierta, que no voy a meter
Mi vida en tu sostén, ni la tuya en un marco
Demasiado charco pa este barco de papel
De besar… beso a la luna, pa hacerte un feo
Me da un deseo y pido el mango de una escoba
De lomo bravo, de pelos tiesos
Para montarla o pa mover la sopa boba
Que he comerme solo y compuesto
Y lo que sobre… a los geranios de tus tiestos
No quiera el otoño marchitarlos por mí
Que la madrugada sólo se dedique a pudrir tendederos
Que la hagan morir resaca y luceros
Por sus tuberías corren poesías de lo que más quiero
Y lo quiero perder… no quiero querer
Latido jondo es lo que quiere tener
Mi cama que no tiene sueño
Un ruido sordo, potro de rabia y miel
De la piel hacia dentro
Latido jondo, más hondo que un mar de hiel
Amargo del fondo hasta el techo
Ratas a bordo y tira millas
Que en la orilla nadie nos puede ver
Si oyes que llueve ruina en la despensa
Dale a las ubres, las manos nunca piensan ni ven
Que ya no hay más que ver, ni luz, ni Dios que baje
Ni más brebaje pa abrevar que el de tu sed
De beber… bebo por gula, no por sediento
Me importa poco si fue uno o fueron cientos
Los paladares que echas de menos
Que pa mi credo solo quiero un mandamiento
Y es que mis labios secos de invierno
Sigan lamiendo las hojitas de un cuaderno
No quiera el otoño deshojarlo por mí
Que la madrugada sólo se dedique a pudrir tendederos
Si quiere perder, si quiere querer
Latido jondo
Es lo que quiero tener

Tradução da letra

Se vires que choro, atira-me uma trança
Não sejas pateta e limpa a torre, olha para ver
Que te amarrem com um fio eu te ofereço meus respeitos
Não te meto nem ponho um chocalho
Que chorar É pelos teus olhos, não é pelo caralho
Que se você olhar para mim eles vão cantando camarão
Por segurillas, batendo baixo
Como o badalo que há em nossos corações
Que não bate, que bate vozes
Que é até a buceta de mentiras e de Ros
Não quero que o outono pare por mim
Se vires que eu bato Cozes no quarteirão
Abre a Tenda e acorda, que não vou meter
Minha vida em seu sutiã, nem a sua em um quadro
Muito poça pa este barco de papel
De beijar beso beijo à Lua, pa fazer-lhe um feio
Dá me um desejo e peço o cabo de uma vassoura
De lombo bravo, de cabelos duros
Para montá lo ou Pa mover a sopa boba
Que eu comer sozinho e composto
E o que sobre ger os gerânios dos teus tios
Não quero o outono murchá los por mim
Que a madrugada só se dedique a apodrecer varais
Que a façam morrer ressaca e luceros
Por seus canos correm poesias do que eu mais quero
E quero perdê - lo no não quero querer
Pulsação jondo é o que você quer ter
Minha cama que não tem sono
Um baque de raiva e mel
Da pele para dentro
Pulsação jondo, mais profunda do que um mar de fel
Amargo do fundo até o teto
Ratos a bordo e atira milhas
Que na costa Ninguém nos pode ver
Se ouvires chover ruína na despensa
Dê aos úberes, as mãos nunca pensam nem vêem
Que já não há mais para ver, nem luz, nem deus que desça
Nem mais bebida para beber do que a tua sede
De beber beb bebo por gula, não por sede
Eu me importo pouco se foi um ou foram centenas
Os paladares que sentes falta
Que pa meu credo eu só quero um mandamento
E é que meus lábios secos de Inverno
Continuem a lamber as folhinhas de um caderno
Não quero o outono desfazê lo por mim
Que a madrugada só se dedique a apodrecer varais
Se quer perder, se quer querer
Pulsação jondo
É o que eu quero ter