Marea — Entre hormigones (Directo 2008) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Entre hormigones (Directo 2008)" de Marea.
Letra
Sigue durmiendo, que no quiero que me veas
Escupiendo los flecos de tu falda otra vez
Que encontré por los bares y me los metí a pares
Entre el hueso y la piel
Sueña despacio con mi palacio
Que es el paraíso en que piso aunque sea un mojón
Con tu nombre escrito por los rinconcitos
De su corazón
Cuando despiertes caerás conmigo en el barrizal
Y entre hormigones me verás, entre lunas de alquitrán
Entre sus pezones tiesos
Con las persianas levantás, que a la puta oscuridad
Le sobran besos
Si estás cansada yo te vigilo las hadas
Que se van en manada con un trote cabrón
A lo alto de un cerro
Para vez el entierro de la imaginación
Sigue roncando y, de vez en cuando, afloja correa
Que veas que yo sigo aquí
De mala ralea, siempre de berrea, queriendo gemir
Cuando despiertes estaré con los charcos en los pies
Y entre hormigones me verás, entre lunas de alquitrán
Entre sus pezones tiesos
Con las persianas levantás, que a la puta oscuriad
Le sobran besos
Aquí estaré, esperando a que pises
Todas las mañanas grises y las tardes tuertas
Aquí, de pie, quejío de la acera
El amrtillo para espejos de no ver
Querrás saber de tantos manantiales
Que en mi boca desembocan como lava hambrienta
Le contaré que nunca fui un poeta
Para las arrugas viejas soy José
Tradução da letra
Continua a dormir, não quero que me vejas
Cuspindo as franjas da sua saia novamente
Que encontrei nos bares e meti os em pares
Entre o osso e a pele
Sonha devagar com o meu palácio
Que é o paraíso em que andar mesmo que seja um moleque
Com o teu nome escrito pelos cantinhos
Do seu coração
Quando acordares vais cair comigo no barrizal
E entre betões me verás, entre luas de alcatrão
Entre seus mamilos duros
Com as persianas você levanta, que a porra da escuridão
Sobram-lhe beijos
Se estás cansada eu vigio te as fadas
Que vão em manada com um trote cabrão
No topo de uma colina
Para vez o enterro da imaginação
Continue roncando e, de vez em quando, solte a coleira
Que vejas que ainda estou aqui
De má raleia, sempre de berreia, querendo gemer
Quando acordares estarei com as poças nos pés
E entre betões me verás, entre luas de alcatrão
Entre seus mamilos duros
Com as persianas levantas, que a puta oscuriad
Sobram-lhe beijos
Estarei aqui, à espera que pises
Todas as manhãs cinzentas e noites turvas
Aqui, de pé, reclamo da calçada
O amrtillo para espelhos de não ver
Vais querer saber de tantas fontes
Que na minha boca fluem como lava faminta
Vou dizer lhe que nunca fui poeta
Para rugas antigas Eu sou José