Marea — En tu agujero letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "En tu agujero" de Marea.
Letra
Me importa una mierda los labios que quieras bordar
Pero con la que cae…
¿Dónde vas desde que te han cerrao' los tejados?
Me limo las uñas, no tengo ganas de trepar
La verdad es que ni ganas de ná
Tengo ya los nudillos cansados
De quitar cascotes cuando me empiezo a derrumbar
De apilarlos para sombrear
Y anudarme desnudo en tus brazos
Que teja en las tejas la lluvia, que a mí me da igual
Más difícil para resbalar, más sencillo quedarme enredado
Después de pasar la noche en tu agujero
Salgo del portal, y tó me importa un huevo
Empiezo a escuchar un avispero
Y me vuelvo contigo y lo veo a colores
Mi lápiz entiende de sucios amores
Y unas sábanas chorreando le da por pintar
Y de puertas pa’fuera se hará todo añicos
Pa' cuando te enteras yo soy tu abanico
Que me hice con varas del aire pa' no molestar
No busques razones de piedra, no vas a encontrar
Más que hiedra intentando abarcar
Campos yermos que tengo por dentro
Y barro y manchitas muy secas que dan que pensar
Adoquines que están por pisar
Pisotones haciendo senderos
Que ya tengo bastante con lo que poder fumigar
Calendarios que tiran patrás
Tengo los dedos amarillentos
De buscar candela en la estela que haces al pasar
De estañarme a tu enjambre y libar
Con el humo de mis pensamientos
Después de pasar la noche en tu agujero
Salgo del portal, y tó me importa un huevo
Empiezo a escuchar un avispero
Y me vuelvo contigo y lo veo a colores
Mi lápiz entiende de sucios amores
Y unas sábanas chorreando le da por pintar
Y de puertas pa’fuera se hará todo añicos
Pa' cuando te enteras ya soy tu abanico
Que me hice con varas del aire pa' no molestar
Corté la garganta del gallo que quiso cantar
Alboradas para celebrar que la noche se estaba muriendo
Que si no amanezco, me crezco, y me puedo tragar
Cucharadas de la oscuridad de tus ojos
Y así me alimento
Tradução da letra
Não quero saber dos lábios que queres bordar
Mas com a que cai…
Onde vais desde que os telhados te fecharam?
Eu limo as unhas, não me apetece subir
A verdade é que nem ganhas nada
Já tenho os dedos cansados
De remover cascas quando começo a desmoronar
Empilhá-los para sombrear
E atar-me nu nos teus braços
Que telha nas telhas a chuva, que a mim não me importa
Mais difícil de escorregar, mais simples ficar emaranhado
Depois de passar a noite no seu buraco
Eu saio do portal, e não me importo com um ovo
Começo a ouvir um vespeiro
E volto contigo e vejo o a cores
Meu lápis entende de amores Sujos
E alguns lençóis pingando dá lhe para pintar
E de portas pa'fora se fará todo destroços
Quando descobres, sou o teu fã
Que eu fiz com varas do ar pa' não perturbe
Não procure por razões de pedra, você não vai encontrar
Mais do que hera tentando abranger
Campos Ermos que tenho por dentro
E lama e manchas muito secas que dão a pensar
Pavers que estão prestes a pisar
Pisoteando fazendo trilhas
Que já tenho o suficiente com o que poder fumigar
Calendários que puxam para trás
Tenho os dedos amarelados
De procurar candela na esteira que você faz ao passar
De me estanhares ao teu enxame e libertares
Com o fumo dos meus pensamentos
Depois de passar a noite no seu buraco
Eu saio do portal, e não me importo com um ovo
Começo a ouvir um vespeiro
E volto contigo e vejo o a cores
Meu lápis entende de amores Sujos
E alguns lençóis pingando dá lhe para pintar
E de portas pa'fora se fará todo destroços
Quando descobres, já sou o teu fã
Que eu fiz com varas do ar pa' não perturbe
Cortei a garganta do Galo que queria cantar
Alvoroçadas para comemorar que a noite estava morrendo
Que se eu não nascer, eu cresço, e posso engolir
Colheres de sopa da escuridão dos seus olhos
E é assim que me alimento