Marea — El dia que lluevan pianos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El dia que lluevan pianos" de Marea.
Letra
Adiós, decía el estampido y yo
Detrás de su reflejo fui
Sujétame un rato este sol, te dije, y ya jamás volví
Y con tanto rumiar las briznas me olvidé
De echarle más pelusa al ombligo y, tal vez
Debí mirar atrás y preguntar si ayer
La lontananza era limpia y la senda también
Será que mi cansino caminar
No ronda por la puerta de
Aquello que llaman amor
Y en el alféizar me quedé
Mirándote al pasar, queriéndote ofrecer
El pienso de tan lejos que no pudo ser
Y te quiero contar que nada me amparó
Así que mal y tarde te pido
Quédate hasta el día que lluevan pianos
Quédate hasta que yo dé mi brazo a retorcer
Y fóllame, como si esta noche me fuera a comer
Las estrellas una a una
Quédate, jugará tu corazón al esconder, con el mío
En la basura
Contar las puntadas sin hilo es
Lo que me queda por hacer
Que dicen que tan necio soy
Que no he sabido enloquecer
Pero juré enlutar los tumbos que bordé
Y levantarme cabal y maldito por ti
Y, al decirle al papel que sigo estando aquí
El eco me devuelva el gemido
Tradução da letra
Adeus, dizia o Stampede e eu
Atrás de seu reflexo eu fui
Segura-me um pouco este sol, eu disse-te, e nunca mais voltei
E com tanto ruminar as briznas esqueci me
De deitar mais fiapos no umbigo e talvez
Devia ter olhado para trás e perguntado se ontem
A lontanança era limpa e o caminho também
Será que o meu cansativo andar
Não rola pela porta do
Aquilo a que chamam amor
E no peitoril fiquei
Olhando para você ao passar, querendo oferecer
O penso de tão longe que não pôde ser
E quero dizer te que nada me amparou
Então mal e tarde te peço
Fique até o dia em que choverem pianos
Fica até eu dar o meu braço a torcer
E fode-me, como se esta noite me fosse comer
As estrelas uma a uma
Fica, vai jogar o teu coração ao esconder, com o meu
No lixo
Contar os pontos sem fio é
O que me resta fazer
Que dizem que sou tão tolo
Que não soube enlouquecer
Mas jurei enlutar os tumbas que bordei
E me levantar cabal e amaldiçoado por você
E, dizendo ao papel que eu ainda estou aqui
O eco Me devolva o gemido