Marea — Carta a los corintios según Sor Kampana letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Carta a los corintios según Sor Kampana" de Marea.

Letra

Entre cigarra y hormiga, elijo ser lombriz
Como un grillo voy rondando los caprichos
Y jardines del insomnio para ti, del insomnio para ti
Romperías las cadenas si encontrases luz en ellas
Romperías los barrotes con heridas en la vida
Si existiesen tras las rejas, si pudiera con las rejas
Desperté tosiendo y buscando lombrices
Encontré a Dios entre mis excrementos
Tu ofrecías nubes, pintabas grises de una soga el amor
Para un paisaje muerto
Hay ángeles aburridos en las calles de la mente
Bebiendo razón a tragos en los pozos de locura reclamando sangre y heces
Con espinas en las sienes
Que bebiendo oscuras aguas del manantial de las venas
Hay quien morderá el anzuelo
Preparemos los cuchillos dejar que la sangre muera
Dejad que la sangre muera
Desperté tosiendo y buscando lombrices
Encontré a Dios entre mis excrementos
Tu ofrecías nubes, pintabas grises de una soga el amor
Para un paisaje muerto
Desperté tosiendo y buscando lombrices
Encontré a Dios entre mis excrementos
Tu ofrecías nubes, pintabas grises de una soga el amor
Para un paisaje muerto
Huele a cielo en este rincón, todo huele a hierba
Huele a cielo en este rincón, todo huele a hierba
Huele a cielo en este rincón, todo huele a hierba
Huele a cielo en este rincón, todo huele a hierba muerta

Tradução da letra

Entre cigarra e formiga, escolho ser minhoca
Como um grilo vou rondando os caprichos
E Jardins da insônia para você, da insônia para você
Você quebraria as correntes se encontrasse luz nelas
Você quebraria as barras com feridas na vida
Se existissem atrás das grades, se pudesse com as grades
Acordei a tossir e a procurar minhocas
Encontrei Deus entre os meus excrementos
Você oferecia nuvens, pintava cinza de uma corda O amor
Para uma paisagem morta
Há anjos chatos nas ruas da mente
Bebendo razão para bebidas nos poços de loucura reivindicando sangue e fezes
Com espinhos nas têmporas
Do que beber águas escuras da nascente das veias
Há quem morderá o isco
Vamos preparar as facas deixar o sangue morrer
Deixem o sangue morrer
Acordei a tossir e a procurar minhocas
Encontrei Deus entre os meus excrementos
Você oferecia nuvens, pintava cinza de uma corda O amor
Para uma paisagem morta
Acordei a tossir e a procurar minhocas
Encontrei Deus entre os meus excrementos
Você oferecia nuvens, pintava cinza de uma corda O amor
Para uma paisagem morta
Cheira a céu neste canto, tudo cheira a grama
Cheira a céu neste canto, tudo cheira a grama
Cheira a céu neste canto, tudo cheira a grama
Cheira a céu neste canto, tudo cheira a grama morta