Marea — Canaleros letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Canaleros" de Marea.

Letra

Déjame que descuelgue las campanas
De tanto redoblar se me han quitado las ganas
De alante y atrás, de amargo tañir
Y sangre me sudan los pies
Qué mierda de don Juan, que se harta de reír
Cuando se tropieza frente a la platea
Y se esfuma feliz perdido en la zorrera
Mientras se despluman pollos de pelea
Los cisnes me embarazarán la cama
Y a la hora de parir se me volverán ranas
Y yo segador queriendo arrancar vigilias
Ya sabes por qué
Que para pisar Cristos me basto y me escondo
Guardé entre las muelas rosarios a miles
Que anego con ron como si no doliera
Y sigo vadeando mis Guadalquivires
No se cegarán los claros nunca más
Brillarán las alcayatas, canaleros cantarán
Desperdiciando lingotes voy al trote
Y sé que no voy a llegar, perdiguero, ¿adónde vas?
Y mañana no será lo que Dios quiera
Que será el mismo balar, aburrido y con ceguera
Desencanto, seguro que truena y que no es para tanto
La vida se desbordará del cubo, se me encabritará
Me tirará el embudo, ¿pa qué quieres más?, dejémoslo así
Tú ladra, que yo roncaré
No se cegarán los claros nunca más
Brillarán las alcayatas, canaleros cantarán
Desperdiciando lingotes voy al trote
Y sé que no voy a llegar, perdiguero, ¿adónde vas?
Busca a mi dueño, te cansarás

Tradução da letra

Deixa me pegar nos sinos
De tanto redobrar se me tiraram as vontades
De alante e atrás, de amargo bater
E sangue suam me os pés
Que merda de don Juan, que se farta de rir
Quando ele tropeça na frente da plateia
E desaparece feliz perdido no covarde
Enquanto as galinhas de luta são arrancadas
Os cisnes vão engravidar me a cama
E na hora do parto tornar se ão rãs
E eu ceifeiro querendo arrancar vigílias
Sabes porquê
Que para pisar Cristos me basto e me escondo
Guardei entre os dentes rosários milhares
Que anego com ron como se não doesse
E continuo a percorrer os meus Guadalquivires
As clareiras nunca mais serão cegadas
As alcayatas brilharão, canaleiros cantarão
Desperdiçando lingotes vou ao trote
E sei que não vou chegar, perdigueiro, aonde vais?
E amanhã não será o que Deus quiser
Que será o mesmo balar, chato e cego
Desencanto, de certeza que troveja e que não é assim tão mau
A vida vai transbordar do balde, vai irritar - me
Vai atirar-Me o funil, pa O Que queres mais? vamos deixar assim
Você ladra, que eu ressono
As clareiras nunca mais serão cegadas
As alcayatas brilharão, canaleiros cantarão
Desperdiçando lingotes vou ao trote
E sei que não vou chegar, perdigueiro, aonde vais?
Procura o meu dono, vais-te cansar