Marea — Barniz letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Barniz" de Marea.

Letra

Será por ti que no hay más velo que tu pelo
Y que la luna se ha vestido de arlequín pa' ti y pa' mi
Será por ti que las fatigas son mis primas
Y es que se me caga encima el corazón al sonreír
Será por ti que no me da la puta gana de
Asomarme a la ventana ni para verlas venir
Será por ti que mi envite a la vida es rascar mi barriga
Me repica el corazón por bulerías si me mira
Si me engrasa la garganta con saliva
Mis duquelas y mis males palmean por soleares
Si me dice que me quiere to los días
Me apego a ti como el barniz, y se te pudre la madera
En mil quinientas primaveras sin dormir
Será por ti que caben tos mis malos ratos
En la caja de zapatos donde guardo el porvenir
Será por ti que me tropiezo en el pasillo
Con el canto de los grillos cuando no me quiero ir
Será por ti que llega el nueve de febrero
Y otra vez soy carcelero de unos besos sin carmín
Será por ti que lo mío en las nubes solo es un desliz
Me repica el corazón por bulerías si me mira
Si me engrasa la garganta con saliva
Mis duquelas y mis males palmean por soleares
Si me dice que me quiere to los días
Me apego a ti como el barniz, y se te pudre la madera
En mil quinientas primaveras sin dormir, como el barniz
Serás cabrón, murmura el sol con la boquita pequeña
Serás desgraciao', murmura la vida, que pronto me olvidas
Con lo que te he dao'
Seré lo que no quise ser, seré tu cielo, tu antojo, tu niño, tu mar
Serás hijo puta, guiñandome un ojo me dice la luna al pasar

Tradução da letra

Será por ti que não há mais véu que o teu cabelo
E que a lua se vestiu de Arlequim para ti e para mim
Será por ti que as fadigas são minhas primas
E é que me caga em cima o coração ao sorrir
Será por ti que não me apetece nada
Olhar para a janela ou vê las a chegar
É por tua causa que a minha vida é coçar a minha barriga
Replica Me o coração por bulerías se me olhar
Se me engraxar a garganta com saliva
Os meus duquelas e os meus males batem por soleares
Se me diz que me quer aos dias
Eu me apego a você como verniz, e você apodrece a madeira
Em mil e quinhentas primaveras sem dormir
Será por ti que cabem os meus maus momentos
Na caixa de sapatos onde guardo o futuro
É por tua causa que tropeço no corredor
Com o canto dos grilos, quando eu não quero ir
Será por ti que chega o Nove de fevereiro
E outra vez sou carcereiro de uns beijos sem Carmim
Será por ti que o meu nas nuvens é apenas um deslize
Replica Me o coração por bulerías se me olhar
Se me engraxar a garganta com saliva
Os meus duquelas e os meus males batem por soleares
Se me diz que me quer aos dias
Eu me apego a você como verniz, e você apodrece a madeira
Em mil e quinhentas molas sem dormir, como verniz
Seu filho da mãe, murmura o sol com a boquinha pequena
Você será desgraçado', murmura a vida, que logo me esquece
Com o que te dei'
Serei o que não quis ser, serei o teu céu, o teu desejo, o teu menino, o teu mar
Seu filho da puta, piscando um olho me diz a lua ao passar