Marc Seberg — Le Blues Du Serpent letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le Blues Du Serpent" de Marc Seberg.

Letra

Le blues du serpent
C’est pas le train du soir,
C’est pas le serpent noir
Qui chantent pour nous entre chien & loup.
Un vieux fantôme est de retour
Billy Holliday feule le blues.
La voix nonchalante, lointaine et traînante,
La voix languissante comme teintée de cendre.
Une brume d’alcool voile sa gorge,
Les mots s’arrêtent au bord des lèvres
Déchirent le cercle de lumière
Et frappent les hommes sans paroles.
C’est pas la plainte du serpent noir
C’est pas le train dans le soir,
Le long désespoir.
Blanc, l’amour trop grand.
Blanc, l’aveuglement
De gardénias en came blanche.
Noir, les fruits étranges.
Noir, le bruit des branches.
Les corps dans les arbres s’en balancent.
Quand la déprime se met en scène
Dans les cabarets de la ville,
Elle sourit quoiqu’il advienne
Sa vie, la vraie, est en coulisse.
C’est pas la plainte du serpent noir
C’est pas le train dans le soir,
Le long désespoir.
Roule, roule sur les planches.
Tourne, tourne la chance
Et sous les ailes d’un corbeau,
Dans un hôtel tout là-haut…
A l’heure où l’Uptown House éteint
La magie d’une robe de satin,
Elle rentre à l’hôtel sans un bruit
Et jette un long, long retard à son lit.
C’est pas la plainte du serpent noir
C’est pas le train dans le soir,
Le long désespoir.
Sur la chaîne de sa montre,
J’ai posé un dollar en or Et je veille sur sa tombe…
Let’Roll Let’s Roll
I’m just an old graveyard ghost
I’m just an old graveyard ghost
And THE BLACK SNAKE MOAN.
(Merci à Anwvyn pour cettes paroles)

Tradução da letra

The snake blues
Não é o comboio da noite.,
Não é a cobra negra.
Que cantam para nós entre cão e lobo.
Um velho fantasma voltou.
Billy Holliday toca blues.
A voz descalça, distante e arrastante,
A voz a definhar como se estivesse tingida de cinzas.
Uma névoa de álcool cobre-lhe a garganta,
As palavras param na borda dos lábios
Rasgue o círculo da luz
E matar homens sem palavras.
Essa não é a queixa da cobra negra.
Não é o comboio da noite.,
O longo desespero.
White, o amor é muito grande.
Branca, cegueira
Gardénias em câmara branca.
Frutos negros e estranhos.
Preto, o som dos ramos.
Os corpos nas árvores balançam dele.
Quando a depressão ocorre
Nos cabarés da cidade,
Ela sorri não importa o que
A vida real dele está nos bastidores.
Essa não é a queixa da cobra negra.
Não é o comboio da noite.,
O longo desespero.
Rola, rola nas tábuas.
Vira, Vira sorte
E sob as asas de um corvo,
Num hotel lá em cima.…
Numa altura em que a "Uptown House" se desligou.
A magia de um vestido de cetim,
Ela volta para o hotel sem barulho.
E atira um longo, longo atraso para a cama dele.
Essa não é a queixa da cobra negra.
Não é o comboio da noite.,
O longo desespero.
Na corrente do seu relógio,
Pus um dólar em ouro e vigio a campa dele.…
Vamos lá, vamos lá.
Sou apenas um velho fantasma do cemitério.
Sou apenas um velho fantasma do cemitério.
E a cobra negra geme.
(Obrigado a Anwvyn por estas palavras)