Manuel Orta — Sevillanas de Siempre letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sevillanas de Siempre" de Manuel Orta.

Letra

Cantaron las sevillanas cómo nadie la cantaba.
Eran hermanos Reyes, tantos reyes como hermanos,
reyes de la sevillana.
Un halcón y una paloma, uno tras otro volaban.
Suena amigos de Gines cantando esta sevillana
que no se pueda olvidar.
Algo se muere en el alma cuando un amigo se va.
Sevillanas de ayer,
sevillanas de hoy,
sevillanas de siempre,
las que nunca se olvidan,
las que quieren la gente.
Vivía para Sevilla y moría por Triana.
El Cachorro le dio el duende
pa que el Pali pregonara al rio por sevillanas.
Sevilla tuvo una niña y le pusieron Triana.
Los Romeros de la Puebla cuantos Rocíos vivíos
por caminos y vereas.
El embarque de ganao levanta una polvarea.
Sevillanas de ayer,
sevillanas de hoy,
sevillanas de siempre,
las que nunca se olvidan,
las que quieren la gente.
Huelva y Sevilla bailaban al compás por sevillanas.
La voz de los Rocieros, que desde el Rocío al cielo,
ida y vuelta enamora.
El amor es un viento que igual viene que va…
Rompe los Marismeños de ese quejio tan dueño
al compás que ivan cantando.
La Toñi y la Malena ya están cantando.
Sevillanas de ayer,
sevillanas de hoy,
sevillanas de siempre,
las que nunca se olvidan,
las que quieren la gente.
La luz de la primavera se ha marchao hasta el Rocío.
Con Ecos de las marismas llegan brisas marismeñas
pa que cante el peregrino.
Esta cargado de años y sigue haciendo el camino.
Canta los de la Trocha mientra desoja una flor,
preguntando por tu amor.
Fue tu querer el que a mi me traicionó.
Sevillanas de ayer,
sevillanas de hoy,
sevillanas de siempre,
las que nunca se olvidan,
las que quieren la gente.

Tradução da letra

Cantaram as sevilhanas como ninguém a cantava.
Eram irmãos Reis, tantos reis como irmãos,
reis da sevilhana.
Um falcão e uma pomba, um após o outro voava.
Soa amigos de Gines cantando esta sevilhana
que não se possa esquecer.
Algo morre na alma quando um amigo sai.
Sevilhanas de ontem,
sevilhanas de hoje,
sevilhanas de sempre,
as que nunca se esquecem,
as que as pessoas querem.
Vivia para Sevilha e morria por Triana.
O filhote deu lhe o duende
pa que o Pali pregasse ao rio por sevilhanas.
Sevilha teve uma menina e foi colocado Triana.
Os romeiros da povoação quantos Rocios viveis
por caminhos e vereas.
O embarque de ganao levanta uma poeirarea.
Sevilhanas de ontem,
sevilhanas de hoje,
sevilhanas de sempre,
as que nunca se esquecem,
as que as pessoas querem.
Huelva e Sevilha dançavam ao compasso por sevilhanas.
A voz dos pulverizadores, que do orvalho ao céu,
ida e volta apaixona-te.
O amor é um vento que vem que vai…
Rompe os Marismos daquele chorão tão dono
ao ritmo do ivan a cantar.
A Toñi e a Malena já estão cantando.
Sevilhanas de ontem,
sevilhanas de hoje,
sevilhanas de sempre,
as que nunca se esquecem,
as que as pessoas querem.
A luz da primavera partiu para o orvalho.
Com Ecos dos pântanos chegam brisas marismeñas
para que o peregrino cante.
Está cheio de anos e continua a fazer o caminho.
Canta os da trincha enquanto desoja uma flor,
a perguntar pelo teu amor.
Foi o teu querer que me traiu.
Sevilhanas de ontem,
sevilhanas de hoje,
sevilhanas de sempre,
as que nunca se esquecem,
as que as pessoas querem.