Manuel Carrasco — Otoño, Octubre letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Otoño, Octubre" de Manuel Carrasco.

Letra

Otoño, octubre sin sol,
hotel impaciente en mi habitación,
no esperes me digo, espera por Dios
aligera el paso que nunca llego.
Me olvido te busco y un adiós me encuentro,
escuho tus pasos porque los invento,
creí que creyendo pudría pasar,
pasó si que es cierto, pero sin pasar…
Ah. Ah…
Y tengo tus pasos perdidos,
la cama revuelta por escalofrios.
La luna no brilla, ingresa en urgencias,
la calle el ruido, no alivia esta pena.
Me quedo lo tuyo y lo mio,
me guardo las noches donde nos quisimos.
Se queda en el aire lo que imagine,
en quedeletras.com veras mas,
te dejo este intento esta última vez.
Oh…
Teléfono mudo, puedes alumbrar,
la triste esperanza de esta oscuridad,
alerta constante ya te puedes ir,
que quiero engañarme besarla y dormir.
Mañana de nuevo tendré que empezar,
te echaré de menos sin mirar atrás,
cobarde o valiente ahora que más dá,
no tuvimos suerte, otra vez será…
Y tengo tus pasos perdidos,
la cama revuelta por escalofrios.
La luna no brilla, ingresa en urgencias,
la calle el ruido, no alivia esta pena.
Me quedo lo tuyo y lo mio,
me guardo las noches donde nos quisimos.
Se queda en el aire lo que imagine,
te dejo este intento esta última vez.
Y tengo tus pasos perdidos

Tradução da letra

Outono, outubro sem sol,
hotel impaciente no meu quarto,
não espere eu digo, espere por Deus
Alivie o passo que nunca chego.
Esqueço te procuro te e um adeus encontro me,
escuho seus passos porque os invento,
pensei que acreditasse que podia acontecer,
aconteceu se é verdade, mas sem passar…
Ah. Ah…
E tenho os teus passos perdidos,
a cama agitada por arrepios.
A lua não brilha, entra nas urgências,
o barulho da rua, não alivia essa dor.
Fico com o teu e o meu,
guardo as noites onde quisemos.
Fica no ar o que eu imaginar,
em quedeletras.com vais ver mais,
deixo-te esta tentativa desta última vez.
Oh…
Telefone mudo, você pode iluminar,
a triste esperança desta escuridão,
alerta constante já podes ir,
que quero enganar-me beijá-la e dormir.
Amanhã terei de começar de novo,
vou sentir a tua falta sem olhar para trás,
covarde ou corajoso agora que mais dá,
não tivemos sorte, outra vez será…
E tenho os teus passos perdidos,
a cama agitada por arrepios.
A lua não brilha, entra nas urgências,
o barulho da rua, não alivia essa dor.
Fico com o teu e o meu,
guardo as noites onde quisemos.
Fica no ar o que eu imaginar,
deixo-te esta tentativa desta última vez.
E tenho os teus passos perdidos