Manolo Garcia — Un Alma De Papel letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Un Alma De Papel" de Manolo Garcia.

Letra

Hoy que ya lo sé, que te he amado tanto
Se rompe mi canto en la orilla opuesta a la que puese proa
Me cuesta alejarme de esa turbulencia
De ese desatino que fue mi vagar
Ungido a un destino que excelso creí y que fue casual
Un alma de papel es lo que necesito
Un alma de papel y alambre
Un alma de papel es lo que necesito
Y espinas y malas hierbas
Que enciendan mi dormida carne
Petrificarme por lo que haya de enir
Dar sin pedir, reir, llorar, reir
Dulcificarme por lo que pueda ser
A evaporarse aprender
A saltar los cerrojos que encarcelan el alma
No acudir a citas en las que el corazón
Tenga que golpetear desganado
Un alma de … …dormida carne
Un alma sin esquinas, eso necesito
Un alma de secuencias vanas
Un alma no surrecta es lo que necesito
Y engaños y abalorios
Que deslumbren la desgana
Me cuesta saberme paria desahuciado
Pez ultramarino de un fondo coral
Neptuno abatido
Que despanzurrarse sin pestañear
Un alma de papel es lo que necesito
Un alma de cordel y esparto
Un alma de papel es lo que necesito
Y botas de siete leguas
Que aviven mi dormido paso

Tradução da letra

Hoje que já sei, que te amei tanto
Parte se o meu canto na margem oposta à que eu pise proa
É difícil afastar me dessa turbulência
Daquele desatino que foi meu vagar
Ungido a um destino que excelso acreditei e que foi casual
Uma alma de papel é o que eu preciso
Uma alma de papel e Fio
Uma alma de papel é o que eu preciso
E espinhos e ervas daninhas
Que acendam a minha carne Adormecida
Petrificar me pelo que houver de enir
Dar sem pedir, rir, chorar, rir
Dulcificar me pelo que possa ser
A evaporar aprender
A saltar os ferrolhos que aprisionam a alma
Não vá para compromissos em que o coração
Tenha que bater desenganado
Uma alma de dorm adormecida carne
Uma alma sem cantos, isso eu preciso
Uma alma de sequências vãs
Uma alma não surreta é o que eu preciso
E enganos e miçangas
Que deslumbrem a desgraça
Custa me saber pária despejada
Peixe ultramarino de um fundo coral
Netuno abatido
Do que arrancar sem pestanejar
Uma alma de papel é o que eu preciso
Uma alma de cordel e esparto
Uma alma de papel é o que eu preciso
E botas de sete léguas
Que avivem o meu adormecido passo