Manolo Garcia — Si Te Vienes Conmigo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Si Te Vienes Conmigo" de Manolo Garcia.

Letra

Quiero un amor que cubra con teja de caños esta herida abierta
Un amor compadre y jaranero que me abra los ojos y cierre para siempre aquella
puerta
Si te vienes conmigo
Si te vienes conmigo pararemos a la vera del camino para ver los arboles
vestirse de hojas
Si te vienes conmigo volaremos confundidos entre jilgueros y rosas
Quiero un amor que cubra con teja de cañon esta descubierta
Un amor perdido y dominguero que me abra los ojos y cierre para siempre aquella
puerta
Si te vienes conmigo
Si te vienes conmigo pararemos a la vera del camino àra ver los arboles
vestirse de hojas
Si te vienes conmigo volaremos confundidos entre jilgueros y rosas
Si te vienes conmigo
Si te vienes conmigo partiremos sin destin hacia algun lugar prdido.
Seremos acratas de bajo consumo
Devoradores de libros de bolsillo. Literalmente. La rosca desgastada del beso
de tornillo
Instalados en un tiempo variable, por hablar, no hablaremos mas
Viviremos pletoricos en cincuenta metros cuadrados. Hipotecados. O realquilados
O mejor, saltando, el que pudiendo quisiera, en zig-zag
Inmoderados. O moderados. O inmoderadamente moderados
O moderadamente inmoderados. O inmoderadamente inmoderados

Tradução da letra

Eu quero um amor que cubra com a telha de bico esta ferida aberta
Um amor compadre e jaranero que me abra os olhos e feche para sempre aquela
porta
Se vieres comigo
Se vieres comigo paramos à beira da estrada para ver as árvores
vestir folhas
Se vieres comigo voaremos confusos entre pintassilgos e rosas
Quero um amor que cubra com telha de canhão esta descoberta
Um amor perdido e domingueiro que me abra os olhos e feche para sempre aquela
porta
Se vieres comigo
Se vieres comigo paramos à beira da estrada para ver as árvores
vestir folhas
Se vieres comigo voaremos confusos entre pintassilgos e rosas
Se vieres comigo
Se vieres comigo, partiremos sem destin para algum lugar prdido.
Seremos acratas de baixo consumo
Devoradores de livros de bolso. Literalmente. A linha desgastada do beijo
de parafuso
Instalados em um tempo variável, por falar, não falaremos mais
Viveremos pletóicos em cinquenta metros quadrados. Hipotecados. Ou realquilados
Ou melhor, pulando, o que poderia querer, em zig-zag
Imoderados. Ou moderados. Ou imoderadamente moderados
Ou moderadamente imoderados. Ou imoderadamente imoderados