Manolo Garcia — La Llanura letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Llanura" de Manolo Garcia.

Letra

Aquí me tienes
A ratos encendido, a veces feliz
Aquí te espero
A ratos generoso, a veces audaz
Al plomo de la realidad
Mendigo de amor hoy seré
Te espero junto a la farola
Palmeo por rumbas a James Brown
Si puedes mejor ven sola
Si me quieres pérfido soy santo
Si angelical me quieres
La rama podrida del árbol
Volveré
Volveré cuando el gallo no coma
Volveré
Volveré cuando el gallo no quiera comer
Léeme a Polibio en el andén
Y así esperamos que llegue tu tren
Que tanto tarda
Mejor leemos a Platón
No calla. Léeme el Lecturas
Que tanto nos gusta
Un paralítico tren va silbando
Sobre la vía trazada con tiralíneas
Al Basiti, la llanura
Un mundo plano como punta del alfiler
El viento vuela tu falda
Nos salva el altavoz del andén
Y ahora gírate y anda
Hacia el tren que nos separará
Se aleja tu mirada detrás de la ventana
Volveré
Volveré cuando el gallo no coma
Volveré
Volveré cuando el gallo no quiera comer
Llegaré con un saco cargado de agujas
Llegaré caminando sobre un alfiler

Tradução da letra

Aqui me tens
Em tempos sobre, às vezes feliz
Espero por ti aqui
Em tempos generoso, às vezes ousado
Ao chumbo da realidade
Mendigo de amor hoje serei
Espero te junto ao poste
Eu bati por rumbas para James Brown
Se puderes é melhor vires sozinha
Se me amas pérfido sou santo
Se angelical me amas
O ramo podre da árvore
Eu volto
Volto quando o galo não comer
Eu volto
Voltarei quando o galo não quiser comer
Lê me Polibio na plataforma
E assim esperamos que chegue o teu comboio
Que demora tanto
É melhor lermos para Platão
Não se cale. Lê me o leituras
Que gostamos tanto
Um trem paralítico vai assobiando
Sobre a via traçada com tiralinhas
Ao Basiti, a planície
Um mundo plano como a ponta do alfinete
O vento voa sua saia
O alto-falante da plataforma salva-nos
E agora vira te e vai
Para o comboio que nos separará
Seu olhar se afasta atrás da janela
Eu volto
Volto quando o galo não comer
Eu volto
Voltarei quando o galo não quiser comer
Chegarei com um saco cheio de agulhas
Chegarei caminhando sobre um alfinete