Manguara — Que Nadie Me de Consejos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Que Nadie Me de Consejos" de Manguara.

Letra

Temprano nos levantamos
y cada uno a su camino,
cada uno a su camino,
temprano nos levantamos
y cada uno a su camino,
ese que tos nos marcamos
el que nos marcó el destino.
Y aquí tos somos iguales,
un hombre fue quien nos hizo,
a tos nos parió una madre,
cada uno a su camino,
no hay dos caminos iguales.
A San Pedro amigo mío,
que no le gusta el relente,
la juerga ni el polverío,
y yo pa que no me encuentre
he cogío el de El Rocío.
Si en vez de pan, un espejo
se trajera bajo el brazo,
se trajera bajo el brazo,
Si en vez de pan, un espejo
se trajera bajo el brazo,
cuantas faltitas tenemos
cada vez que damos un paso.
Que nadie nace perfecto,
con un lapiz y una regla
trazas el camino recto,
y el primer tonto que llega pone falta al invento.
Que nadie me dé consejos,
que yo a nadie se los pío,
que yo a nadie se los pío,
y siempre he llegao lejos
por el caminito mío.
El que la lleva la entiende,
dice un refrán verdadero,
dice un refrán verdadero,
el que la lleva la entiende,
dice un refrán verdadero,
y que siempre da dos veces
aquel que ha dao primero.
Cada loco con su tema,
más sabe el loco en su casa
que el cuerdo en casa ajena,
si mi caminito atasca,
yo empujaré la carreta.
Que nadie me dé consejos,
que yo a nadie se los pío,
que yo a nadie se los pío,
y siempre he llegao lejos
por el caminito mío.
En mi camino compadre
hubo piedras de molino,
hubo piedras de molino,
en mi camino compadre
hubo piedras de molino
y a fuerza de levantarme
yo seguí por mi destino.
Ya conoces mi camino,
si quieres ven a buscarme,
siempre tengo con amigos
una guitarra y un cante
y un par de copas de vino.
A San Pedro amigo mío,
que no le gusta el relente,
la juerga ni el polverío,
y yo pa que no me encuentre
he cogío el de El Rocío.
(Gracias a Inma por esta letra)

Tradução da letra

Levantámo nos cedo
e cada um a seu caminho,
cada um a seu caminho,
levantámo nos cedo
e cada um a seu caminho,
aquele que tosse nos marcamos
aquele que nos marcou o destino.
E aqui tosse somos iguais,
foi um homem que nos fez,
a tosse teve uma mãe,
cada um a seu caminho,
não há dois caminhos iguais.
São Pedro meu amigo,
que não gosta do relente,
a farra nem o pó,
e eu pa que não me encontre
apanhei o do orvalho.
Se em vez de pão, um espelho
se trouxesse debaixo do braço,
se trouxesse debaixo do braço,
Se em vez de pão, um espelho
se trouxesse debaixo do braço,
quantas faltas temos
sempre que damos um passo.
Que ninguém nasce perfeito,
com um lápis e uma régua
traças o caminho direito,
e o primeiro tolo que chega põe falta à invenção.
Ninguém me dê conselhos,
que eu a ninguém os Peido,
que eu a ninguém os Peido,
e sempre fui longe
pelo meu caminho.
Quem a leva entende,
diz um ditado verdadeiro,
diz um ditado verdadeiro,
quem a leva entende,
diz um ditado verdadeiro,
e que sempre dá duas vezes
aquele que tem dao primeiro.
Cada louco com seu tema,
mais o louco sabe em sua casa
que o sà em casa alheia,
se o meu caminho ficar preso,
eu empurro a carroça.
Ninguém me dê conselhos,
que eu a ninguém os Peido,
que eu a ninguém os Peido,
e sempre fui longe
pelo meu caminho.
No meu caminho compadre
havia pedras de moinho,
havia pedras de moinho,
no meu caminho compadre
havia pedras de moinho
e à força de me levantar
eu segui o meu destino.
Conheces o meu caminho,
se quiseres vem buscar me,
eu sempre tenho com amigos
uma guitarra e um cante
e um par de copos de vinho.
São Pedro meu amigo,
que não gosta do relente,
a farra nem o pó,
e eu pa que não me encontre
apanhei o do orvalho.
(Graças a Inma por esta letra)