Manguara — Los Toros letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Los Toros" de Manguara.
Letra
Nacieron la misma noche
Entre suspiros de luna (bis)
El entre los alcornoques
Ella al lado de la laguna
A las hembras de los novillos
Porque en distintos corrales
Nos apartas ganaero?
A ella pa los sementales
Y a mi para los toreros
Y se peina el morrillo en la fuente
Se afila en los comeeros
Sus dos pitones de faca
Pa gustarle al ganaero
Y lo deje pa las vacas
Conocen un agujero
Secreto en el alambrado (bis)
Y a escondidas del vaquero
Comparten los encerrados
Cuentan los garrapateros
Que entre doscientos becerros
Se buscaban para verse
Que por el llano y el cerro
Estaban juntitos siempre
El que pega en la camada
El que se arranca primero
Al garrochista y la jaca
Pa gustarle al ganadero
Y lo deje pa las vacas
Embiste vaquita guapa
Mañana en el tentadero (bis)
Que a mi pa la Maestranza
Me apartaron los vaqueros
Y con cinco primaveras
La plaza hasta la bandera
Por la puerta de chiqueros
Sale un morrillo de seda
Delirio de los toreros
Miles de pañuelos blancos
Haré que saque la gente
Blancos igual que la nácar
Que me indulte el presidente
Y me deje pa las vacas
Eran carteles de toros
Los veinte pases de muerte (bis)
Cuatro varas eje toro¡¡¡¡
Y lo indultó el presidente
Le perdonaron la vida
Murmura bajito el viento
El vencejo y la primilla
Mientras la vaca lamiendo
Le curaba las heridas
Y jugando con las neas
Llevan los dos toa la noche
Queriendo beberse a la luna
Que salio en los alcornoques
Y se puso en la laguna
Tradução da letra
Nasceram na mesma noite
Entre os suspiros da lua (bis)
O entre os sobreiros
Ela ao lado da lagoa
Às fêmeas dos novilhos
Porque em diferentes canetas
Afastas-nos ganaero?
Para ela pa garanhões
E a mim para os toureiros
E o morrillo é penteado na fonte
Afia-se nos comedores
Seus dois pitões de faca
Para gostar do ganaero
E deixe o pa as vacas
Conhecem um buraco
Segredo na fiação (bis)
E às escondidas do cowboy
Eles compartilham os presos
Os tiquetaques contam
Que entre duzentos bezerros
Procuravam se para se verem
Que pela planície e o cerro
Estavam sempre juntos
Aquele que bate na ninhada
O que começa primeiro
Ao garrochista e à jaca
Para gostar do criador
E deixe o pa as vacas
Você bateu vaquinha bonita
Manhã no tentadero (bis)
Que ao meu pa la Maestranza
Afastaram me os cowboys
E com cinco molas
A praça até a bandeira
Pela porta das crianças
Sai um morrilho de seda
Delírio dos toureiros
Milhares de lenços brancos
Farei com que tire as pessoas
Brancos como a madrepérola
Que o presidente me perdoe
E me deixe pa as vacas
Eram cartazes de Touros
Os vinte passes de morte (bis)
Quatro varas eixo touro¡¡¡¡
E foi perdoado pelo presidente
Pouparam lhe a vida
Murmura baixinho o vento
A derrota e a primilla
Enquanto a vaca lambendo
Curava lhe as feridas
E a brincar com as miúdas
Os dois usam toa a noite
Querendo beber à Lua
Que saiu nos sobreiros
E ele ficou na lagoa