Månegarm — Dödens strand letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Dödens strand" de Månegarm.

Letra

Smärtan tär själen, en tystnadens tår faller,
mot sorgedränkt jord, den svartaste mull.
Den tunga svärta som blindar min syn,
darrandes på knä, världen faller skata ned.
Mina händer fylls, med livets vatten,
detta varma flöde, jag går stilla hän.
Släpper mitt svaga grepp, förlöst från väven.
från de bojor, som fjättrat mig.
Vader fram i mörkret i minnenas flod,
ett ändlöst ropande efter dödens strand.
Svagt skymtar hon, vars son jag är.
djupet och mörkret, farsontes bittra moder.
Faller på knä inför, hennes sjukliga prakt.
hennes kalla barm, välkomnar mig åter…
Pain consumes the soul, a tear of silence falls, in soil drenched with sorrow,
blackest earth.
Heavy blackness blinds my sight, on trembling knees, the world slowly falls.
My hands fill with the water of life, a warm flow, I gently perish.
I release my feeble grip, delivered from the web.
From the chains that have fettered me.
I wade through the dark in the river of memories, an endless call for the
shores of death.
I dimly discern her, she whose son I am.
The abyss and the dark, the bitter mother of pestilence.
I fall down on my knees before her sickly splendour. Her cold bosom greets my return…

Tradução da letra

A dor atormenta a alma, a lágrima do silêncio cai,
contra o solo sombrio, o mais negro.
A escuridão que cega a minha visão,
a tremer de joelhos, o mundo cai.
As minhas mãos estão cheias da água da vida,
este fluxo quente, ainda estou a andar aqui.
Libertar o meu aperto fraco, libertar-me das extensões.
das algemas que me algemaram.
Vagueando pela escuridão do Rio das memórias,
um grito interminável pela praia da morte.
Ela vislumbra, de quem sou filho.
a profundidade e a escuridão, a amarga mãe de farsante.
Cair de joelhos de frente, o seu mórbido esplendor.
o seu peito frio, dá-me as boas-vindas outra vez.…
A dor consome a alma, uma lágrima de silêncio cai, no solo encharcado de tristeza,
a terra mais negra.
A escuridão cega-me a vista, de joelhos tremidos, o mundo cai lentamente.
As minhas mãos enchem-se com a água da vida, um fluxo quente, eu pereço suavemente.
Liberto o meu aperto fraco, entregue na internet.
Das correntes que me acorrentaram.
Eu vagueio pela escuridão no Rio das memórias, uma chamada interminável para o
costas da morte.
Eu mal a descubro, ela de quem sou filho.
O abismo e a escuridão, a amarga mãe da peste.
Eu caio de joelhos diante do seu esplendor doentio. O seu peito frio saúda o meu regresso…