Malu — Hojas Secas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Hojas Secas" de Malu.

Letra

Pobre corazon,
Que aun no teniendo
Siempre ensaya su dolor
Que no se encuentra acompaado de la fe
Reniega a gritos
Lo que un dia pudo ser
Y no se encuentra de nuevo con su yo Aquel que un dia mil ciudades construyo
Responde y enfrentate
No digas que no ves
No escondas mas lamentos, dime
Dime pobre corazon,
Por que no encuentras la salida al exterior
Que no hay barreras que te puedan detener
Por que no dejas ver un nuevo amanecer
Me robas mi respirar y mi soledad
Esta desnuda por creer
Y yo desnuda por querrer
-- refran --
Te escribo con cada lagrima
Con cada esquina de mi piel callada
Con cada beso que se te escapaba
Alimentabas mi ciega pasion
Que es lo que he hecho yo?
Por creer que me amabas
Y no es incierto que perdi mi alma
Por hojas secas,
Que has guardado dentro de tu corazon
Para que esconderte mas?
Siempre asuma la verdad
-- refran --
Pobre corazon,
Sembrando historias que no entienden de razon
Manipulando con tu astuta oscuridad
No te das cuenta que eso no te servira
Me robas mi respirar y mi soledad
Sigue desnuda por creer
Y yo desnuda por querrer
-- refran: Te escribo… --
He esperado este momento siempre
Ya no quedan argumentos ni por que
Es cuestion de mala sangre
Que arde y se vuelve a tus pies
Es la hora de empezar otra vez
-- refran: Te escribo… --

Tradução da letra

Pobre coração,
Que ainda não tendo
Sempre ensaia sua dor
Que não se encontra acompanhado da fé
Renega aos gritos
O que um dia poderia ser
E não se encontra de novo com o seu eu, Aquele que um dia mil cidades, construiu
Responde e enfrenta te
Não digas que não vês
Não esconda mais Lamentações, diga-me
Diz me pobre coração,
Porque não encontras a saída para o exterior
Que não há barreiras que te possam deter
Porque não deixas ver um novo amanhecer
Roubas me a respiração e a solidão
Ela está nua por acreditar
E eu nua por querer
-- provérbio --
Eu escrevo para você com cada lagrima
Com cada canto da minha pele calada
Com cada beijo que te escapava
Alimentavas a minha paixão cega
O que é que eu fiz?
Por acreditar que me amavas
E não é incerto que perdi minha alma
Por folhas secas,
Que guardaste dentro do teu coração
Para quê esconder-te mais?
Sempre assuma a verdade
-- provérbio --
Pobre coração,
Semeando histórias que não entendem de razão
Manipulando com sua escuridão astuta
Não percebes que isso não te serve
Roubas me a respiração e a solidão
Continua nua por acreditar
E eu nua por querer
-- provérbio: eu escrevo para você… --
Sempre esperei por este momento
Não há mais argumentos nem por isso
É uma questão de sangue ruim
Que arde e se volta aos teus pés
Está na hora de recomeçar
-- provérbio: eu escrevo para você… --