Malu — Dicen Por Ahi letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Dicen Por Ahi" de Malu.

Letra

Dicen por ahi
que ahora tengo carne de cañon cuando piso terrenos de amor
y toco un corazon
encerrado en un cuerpo minado
Dicen por ahi
que ando triste cuando sale el sol
que algo me hace perder el control
pues quien quiera saber
primero que saque el graduado
tu que sabes de mi vida
pa poner patas arriba
el alma de mi propia madre
el alma de mi propia sangre
deja ya de dar la nota
hay que lavarse con jabon esa lenguita y esa boca
y saberse callar
pero ahora vivo dentro del temible escaparate
y tengo que aguantar sin anestesia los ataques
y aguantare lo que me echen
pues asi llegue a nacer
en una casa vieja donde el agua
de noche nos inundaba los pies
pero la luz por la mañana nos llegaba a la cabeza
y yo de niña fui feliz
jugando en esa casa vieja
dicen por ahi
que aqui habla hasta el enterrador
y a los muertos les pita el oido
despues del adios
que no hay forma para que descansen
dicen por ahi
que yo he sido canalla ante ayer
y mañana tambien lo sere con quien tire y me dire
y se ponga la venda al instante
pero ahora vivo dentro del temible escaparate
y tengo que aguantar sin anestesia los ataques
y aguantare lo que me echen
pues asi llegue a nacer
pero ahora vivo dentro del temible escaparate
y tengo que aguantar sin anestesia los ataques
y aguantare lo que me echen
pues asi llegue a nacer
en una casa vieja donde el agua
de noche nos inundaba los pies
pero la luz por la mañana nos llegaba a la cabeza
y yo de niña fui feliz
jugando en esa casa vieja
(Gracias a FJPB por esta letra)

Tradução da letra

Dizem por ali
que agora tenho carne de canhão quando piso terrenos de amor
e toco um coração
trancado em um corpo minado
Dizem por ali
estou triste quando o sol nasce
que algo me faz perder o controlo
quem quiser saber
primeiro que eu tirar o graduado
tu que sabes da minha vida
pa virar de cabeça para baixo
a alma da minha própria mãe
a alma do meu próprio sangue
pára de dar o bilhete
temos que lavar com sabão essa linguinha e essa boca
e saber se calar
mas agora vivo dentro da temível montra
e tenho de aguentar sem anestesia os ataques
e aguento o que me expulsarem
pois assim chegue a nascer
em uma casa velha, onde a água
à noite inundava nos os pés
mas a luz da manhã chegava à nossa cabeça
e eu em criança fui feliz
a brincar naquela casa velha
dizem por ali
que fala aqui até ao coveiro
e aos mortos pita o ouvido
depois do adeus
que não há forma de descansarem
dizem por ali
que eu fui canalha antes de ontem
e amanhã também o serei com quem puxar e me direi
e coloque a venda imediatamente
mas agora vivo dentro da temível montra
e tenho de aguentar sem anestesia os ataques
e aguento o que me expulsarem
pois assim chegue a nascer
mas agora vivo dentro da temível montra
e tenho de aguentar sem anestesia os ataques
e aguento o que me expulsarem
pois assim chegue a nascer
em uma casa velha, onde a água
à noite inundava nos os pés
mas a luz da manhã chegava à nossa cabeça
e eu em criança fui feliz
a brincar naquela casa velha
(Graças ao FJPB por esta letra)