Maldita Nerea — Por Eso (Kantamelade) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Por Eso (Kantamelade)" de Maldita Nerea.

Letra

Porque a veces se cruzan dos ríos, en las noches de diciembre
Porque no sé de donde has salido… toda una vida sin verte
Pide cena para dos
Fui a donde se envían los desvíos, decidido a probar suerte
Porque cuando se juntan dos ríos se hace fuerte la corriente
Te vas hasta luego y yo…
Vivo y por eso me tumbo en las piedras mirándote hasta el mediodía
Si me acompañas no tengo, por eso ni hambre ni frío, ni miedo ni sueño
Vivo y por eso tumbada en la hierva mirándome hasta el mediodía
No tengas si estoy contigo ni hambre ni frío, ni miedo ni sueño
Kantamelade que el camino pasa por Torre
La de que en el salón había velas para ver
Kantamela del ira, kantamelade tal vez
Kantamelade pasión, que estuve bailando ayer yendo hacia tu habitación
Vivo y por eso me tumbo en las piedras mirándote hasta el mediodía
Si me acompañas no tengo, por eso ni hambre ni frío, ni miedo ni sueño
Vivo y por eso tumbada en la hierva mirándome hasta el mediodía
No tengas si estoy contigo ni hambre ni frío, ni miedo ni sueño
Kantamelade que el camino pasó por Londres
Kanta la del pescador Galileo Galilei
Kanta la de las minas duermo viendo la nieve
Kantamelade pasión, que estuve bailando ayer debajo del edredón
Vivo y por eso me tumbo en las piedras mirándote hasta el mediodía
Si me acompañas no tengo, por eso ni hambre ni frío, ni miedo ni sueño
Vivo y por eso tumbada en la hierva mirándome hasta el mediodía
No tengas si estoy contigo ni hambre ni frío, ni miedo ni sueño…
ni miedo ni sueño
Porque a veces se juntan dos ríos en las noches de diciembre
Porque no sé de donde has salido, toda una vida sin verte
Kantala que sigan los desvíos, kantala que traiga suerte
Ven que cuando se juntan dos ríos, se hace fuerte la corriente

Tradução da letra

Porque às vezes dois rios se cruzam, nas noites de dezembro
Porque não sei de onde saíste sin uma vida inteira sem te ver
Pede jantar para dois
Eu Fui para onde os desvios são enviados, determinado a tentar a sua sorte
Porque quando dois rios se juntam torna se forte a corrente
Vais te embora e eu…
Vivo e é por isso que me deito nas pedras a olhar para ti até ao meio dia
Se me acompanhares Não tenho, por isso nem fome nem frio, nem medo nem sonho
Vivo e por isso deitada na fervura a olhar para mim até ao meio dia
Não tenha se estou com você nem fome nem frio, nem medo nem sonho
Kantamelade que a estrada passa pela Torre
A de que no salão havia velas para ver
Kantamela do ira, kantamelade talvez
Kantamelade paixão, que eu estava dançando ontem indo para o seu quarto
Vivo e é por isso que me deito nas pedras a olhar para ti até ao meio dia
Se me acompanhares Não tenho, por isso nem fome nem frio, nem medo nem sonho
Vivo e por isso deitada na fervura a olhar para mim até ao meio dia
Não tenha se estou com você nem fome nem frio, nem medo nem sonho
Kantamelade que a estrada passou por Londres
Kanta a do pescador Galileu Galilei
Kanta a das minas durmo a ver a neve
Kantamelade paixão, que eu estava dançando ontem sob o edredom
Vivo e é por isso que me deito nas pedras a olhar para ti até ao meio dia
Se me acompanhares Não tenho, por isso nem fome nem frio, nem medo nem sonho
Vivo e por isso deitada na fervura a olhar para mim até ao meio dia
Não tenha se estou com você nem fome nem frio, nem medo nem sonho…
nem medo, nem sonho
Porque às vezes dois rios se reúnem nas noites de dezembro
Porque não sei de onde vieste, uma vida inteira sem te ver
Kantala que sigam os desvios, kantala que traga sorte
Vêem que quando se juntam dois rios, torna-se forte a corrente