Maldita Nerea — Ninguno De Dos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Ninguno De Dos" de Maldita Nerea.

Letra

El firmamento cayó, en el centro del salón.
Y al saber, que ya de largo nuestro amor se fue,
gritamos más cada vez.
¿Y aún preguntas quien perdona a quién?.
Entras en la habitación, porque me has hecho venir.
Siempre terminas sacando lo malo de mi.
Ayer decías que no, y ahora me dices que si,
soy tu problema y tú el mal que me hace sufrir.
No me levantes la voz, que no respondo de mi.
Sabes de sobra que así no podemos seguir.
Algo me dice que no que no, que esto se pierde.
¿Y quién nos lo iba a decir?,
se secó, nuestro jardín.
Es normal, tú eres marea que viene y se va,
y yo la orilla del mar.
¿Y aún preguntas quien perdona a quién?.
No no no lo esperaba de ti,
¿cómo has podido decir, que ya no somos los mismos que no eres feliz?.
A veces piensas que no, que no soy yo para ti,
porque no sientes la estrella que hay dentro de ti.
Nos bastaría un perdón, un renovarse o morir,
Aunque ya empiezo a pensar que lo nuestro es sufrir.
Algo me dice que no, que no, que esto se pierde…
Somos Abel y Caín…
No entiendo como la rabia enciende las palabras,
palabras que no son nada pero llegan al alma.
Y me arrepentiré…
Y no quiero…
Y te espero…
Y he decidido no perder ya ni un solo segundo mas…
Por favor di de una vez, que es lo que quieres de mí,
no puede ser que las cosas se queden así.
Como la triste canción, que yo escribí para ti,
Como el maldito silencio que llega hasta mi.
No te querrán como yo, como yo te quise a ti,
y vivirás de un recuerdo que hiciste morir.
Fuimos ninguno de dos,
fuimos Abel y Caín,
fuimos un cielo que llueve y se aleja de aquí.
Entras en la habitación, porque me has hecho venir,
siempre terminas sacando lo malo de mi.
Ayer decías que no, y ahora me dices que si,
soy tu problema y tú el mal que me hace sufrir.
No me lvantes la voz que no, que no respondo.
Fuimos ninguno de dos…
Y un cielo que llueve…
Para no morir… (2x).

Tradução da letra

O firmamento caiu, no centro do salão.
E ao saber, que já de comprimento nosso amor se foi,
gritamos cada vez mais.
E ainda perguntas quem perdoa quem?.
Entras no quarto porque me fizeste vir.
Você sempre acaba tirando o mal de mim.
Ontem disseste que não, e agora dizes que sim,
sou o teu problema e tu és o mal que me faz sofrer.
Não me Levantes a voz, que não respondo de mim.
Sabes muito bem que não podemos continuar assim.
Algo me diz que não que não, que isto se perde.
E quem é que nos ia dizer?,
secou, o nosso jardim.
É normal, você é maré que vem e vai,
e eu a beira-mar.
E ainda perguntas quem perdoa quem?.
Não Não Não estava à tua espera,
Como pudeste dizer que já não somos os mesmos que não és feliz?.
Às vezes pensas que não, que não sou eu para ti,
porque não sentes a estrela dentro de ti.
Bastar-nos-ia um perdão, um renovar-se ou morrer,
Mas já começo a pensar que o nosso é sofrer.
Algo me diz que não, que não, que isto se perde…
Somos Abel e Caim…
Não entendo como a raiva acende as palavras,
palavras que não são nada, mas chegam à alma.
E vou arrepender me…
E eu não quero…
E espero por ti…
E decidi não perder mais um segundo…
Por favor, diz de uma vez, que é o que queres de mim,
não pode ser que as coisas fiquem bem.
Como a triste canção que escrevi para ti,
Como o maldito silêncio que chega até mim.
Não te vão amar como eu, como eu te amei a ti,
e viverás de uma recordação que fizeste morrer.
Fomos nenhum dos dois,
fomos Abel e Caim,
fomos um céu que chove e se afasta daqui.
Entras no quarto porque me fizeste vir,
você sempre acaba tirando o mal de mim.
Ontem disseste que não, e agora dizes que sim,
sou o teu problema e tu és o mal que me faz sofrer.
Não digas que não, que não respondo.
Fomos nenhum dos dois…
E um céu que chove…
Para não morrer... (2x).