Mala Rodriguez — Lluvia letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Lluvia" de Mala Rodriguez.

Letra

Deja de hacer lo que te toca
y ver pasar tu tren
nada puede ser tan malo
como eso que hicimos
y nunca recordamos
como eso que nos hicieron
y nunca perdonamos
La esperanza es del lugar si cabe
ciao mama
que hasta que no llegue de la calle
no se va a acostar
trae pa’ca
dime la media
sabe da un paso
pa’cualquiera si lo da
sin miedo, sin piedad
oportunidad, la salida más cercana
descalzos y con ganas
y lazos que desarmen
lo podemos contar
el viento sopla
las palabras vuelan,
cabezas historias hechas dichos
lo mejor es lo que queda
entre nosotros y el mar
los que se fueron
los que no están
El olor de la comida
busca nuevos trucos
nuevas condiciones
conjuros estaciones
nuevas ocasiones
pa’meter la pata hasta el fondo
Si te mueves no cala
Si te paras to sigue
Dando vueltas
algo real en el intento
en el tramo estoy
gramo a gramo
gota a gota
A veces por listo
otras por idiota
Tú, dejas de hacer lo que te toca
y ves pasar tu tren
Nada puede ser tan malo
como eso que hicimos
y nunca recordamos
como eso que nos hicieron
y nunca perdonamos
La vecina mira no se atreve
corre la cortina
tiene ganas de entrar
en el incendio
sin máscara
bruja siempre
quemando algo
patas de cabra
colas de conejo
sin rímel, sin tacones
dime a estas alturas que impone
no me importa aterrizar
si quieres bajos, manejo bien los cambios
conozco bien los ciclos
entiendo el por qué estoy en paz
Elije tu que puedes
cuando quieras que llueva
todo se moja
va dar lo mismo
como quieras
todo tiene sentido
cobra camino
no termina aquí la paranoia
el estrés, el síndrome, la pandemia
la lluvia se lo va a llevar todo
uno o otro modo
poco importa
si miras desde arriba del todo
Si te mueves no cala
Si te paras to sigue
Dando vueltas
algo real en el intento
en el tramo estoy
gramo a gramo
gota a gota
A veces por listo
otras por idiota
Tú, dejas de hacer lo que te toca y ves
pasar tu tren
Nada puede ser tan malo
como eso que hicimos y nunca recordamos
como eso que nos hicieron y nunca perdonamos

Tradução da letra

Pára de fazer o que te compete
e ver o teu comboio passar
nada pode ser tão ruim
como aquilo que fizemos
e nunca nos lembramos
como aquilo que nos fizeram
e nunca perdoamos
A esperança é do lugar se puder
ciao mama
que até que chegue da rua
ele não vai para a cama
traga pa'ca
diz me a média
sabe dê um passo
pa'qualquer um se você dá
sem medo, sem piedade
oportunidade, a saída mais próxima
descalços e com vontade
e laços que desarmam
podemos contar
o vento sopra
as palavras voam,
cabeças histórias feitas ditos
o melhor é o que resta
entre nós e o mar
os que se foram embora
os que não estão
O cheiro da comida
procure novos truques
novas condições
feitiços estações
novas ocasiões
faz asneira até ao fundo
Se te mexeres não caias
Se parares to segue
A dar voltas
algo real, na tentativa
no trecho estou
grama a grama
gota a gota
Às vezes por Inteligente
outras por idiota
Tu, paras de fazer o que te compete
e você vê seu trem passar
Nada pode ser tão ruim
como aquilo que fizemos
e nunca nos lembramos
como aquilo que nos fizeram
e nunca perdoamos
A vizinha mira não se atreve
corre a cortina
ele quer entrar
no incêndio
sem máscara
bruxa sempre
a queimar alguma coisa
pés de cabra
rabos de coelho
sem rímel, sem saltos
diz me agora o que ele impõe
não me importo de aterrar
se você quiser baixo, eu gerencio bem as mudanças
conheço bem os ciclos
entendo porque estou em paz
Escolha o que você pode
quando quiseres que chova
está tudo molhado
vai dar o mesmo
como queiras
tudo faz sentido
cobra caminho
a paranóia não termina aqui
estresse, síndrome, pandemia
a chuva vai levar tudo
uma ou outra maneira
pouco importa
se você olhar de cima completamente
Se te mexeres não caias
Se parares to segue
A dar voltas
algo real, na tentativa
no trecho estou
grama a grama
gota a gota
Às vezes por Inteligente
outras por idiota
Tu, paras de fazer o que te toca e vês
passar o teu comboio
Nada pode ser tão ruim
como o que fizemos e nunca nos lembramos
como aquilo que nos fizeram e nunca perdoamos