Mala Rodriguez — Dorothy letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Dorothy" de Mala Rodriguez.

Letra

No hay na que yo pueda hacer
Solo seguir aquí en el camino de Baldosas amarillas, como vagabunda
En medio de la orilla
A que no A que no A que no A que no me pilla
Por la fuerza no.
Nadie estorba, ¿por que matarlo?
Solo hay que despertarlo con mucha calma
Con sonidos suaves, con voces llena de calor
Como mi radiador
¿un puente? si no te atreves a cruzar lo Borrarlo ya del inventario de Cosas maravillosas hechas por el hombre
Por los castores
Existe la victima
Existe el sicario
Existe el rival
Existe el adversario
Por dar las gracias a los aniversarios
Juegos de niños, sistema penitenciario
Haremos una oda
A todo lo que tenga que ver.
Me hicieron daño.
Rompe la regla
Escribe comentarios
Quien quiere un perro
Que le ladre teniendo la radio
Aprender abecedario, sin miedo
Llamen ya al comisario
Crímenes, de la humanidad por archivar
Hímenes, de jóvenes por destrozar
En estado vegetal ámame, paradoja moral
Angelitos vengan me a visitar
Lleven me con ustedes
Me quiero marchar
Yo quiero irme a jugar
No hay na que yo pueda hacer
Solo seguir aquí en el camino de Baldosas amarillas, como vagabunda
En medio de la orilla
A que no A que no A que no A que no me pilla
Por la fuerza no Las cosas se ponen feas
Cuando alguien piensa
Que se puede gritar
Que se puede pegar
Que se puede matar
Que el fin esta justificado
Que existe el hogar de jubilado
La pastilla del día después
El zumo de mango concentrado
Yo también dispararía bajo
Una presión como esa día tras día
Yo también ejercería
Quien? es dios pa’juzgar
Tienes un piano y no lo sabes tocar
Tienes una vida y no la sabes usar
Ya pensare en regresar
Ahora me tengo que marchar
Necesito estar
Fundiré mi oro
Haré una nave
Llena de botones y de claves
Llevare mis herramientas
Pa’jugar sin parecer una outkast
No hay na que yo pueda hacer
Solo seguir aquí en el camino de Baldosas amarillas, como vagabunda
En medio de la orilla
A que no A que no A que no A que no me pilla.
Por la fuerza no.
No.
Me pongo de rodillas.

Tradução da letra

Não há na que eu possa fazer
Apenas ficar aqui na estrada de azulejos amarelos, como vagabunda
No meio da Costa
Não Não Não Não Não me apanha
Pela força, não.
Ninguém estava a atrapalhar, porquê matá-lo?
Só temos de o acordar com muita calma
Com sons suaves, com vozes cheias de calor
Como o meu radiador
uma ponte? se você não se atreve a atravessar o apagá-Lo já do inventário de Coisas maravilhosas feitas pelo homem
Pelos castores
Há a vítima
Há o assassino
Existe o rival
Há o adversário
Por agradecer aos aniversários
Jogos para crianças, Sistema Prisional
Vamos fazer uma ode
Tudo o que tenha a ver.
Magoaram-me.
Quebre a regra
Escreva comentários
Quem quer um cachorro
Que ladre com o rádio
Aprender alfabeto, sem medo
Chamem o xerife
Crimes da humanidade por arquivar
Hímenes, de jovens por destruir
Em estado vegetal me ame, paradoxo moral
Anjinhos venham visitar me
Levem me convosco
Quero ir embora
Eu quero ir brincar
Não há na que eu possa fazer
Apenas ficar aqui na estrada de azulejos amarelos, como vagabunda
No meio da Costa
Não Não Não Não Não me apanha
Pela força, não As coisas ficam feias
Quando alguém pensa
Que se pode gritar
Que pode ser colado
Que se pode matar
Que o fim se justifique
Que existe o lar de aposentado
A pílula do dia seguinte
O suco de manga concentrado
Eu também dispararia baixo
Uma pressão como essa, dia após dia,
Eu também exerceria
Quem? é Deus para julgar
Tens um piano e não sabes tocar
Tens uma vida e não a sabes usar
Vou pensar em voltar
Agora tenho de ir
Preciso de estar
Vou derreter o meu ouro
Vou fazer uma nave
Cheio de botões e de chaves
Vou levar as minhas ferramentas
Pa'jogar sem parecer um outkast
Não há na que eu possa fazer
Apenas ficar aqui na estrada de azulejos amarelos, como vagabunda
No meio da Costa
Não, Não, Não, Não, Não, Não, Não.
Pela força, não.
Não.
Fico de joelhos.