Maikel De La Riva — Ahora Te Traigo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Ahora Te Traigo" de Maikel De La Riva.

Letra

Ahora te traigo una vela
Que me he guardado
De alguna noche de luz sin brillo
Que ya he pagado
Después de haberla robado
Ahora te traigo este son de va piando
Sin ton ni tú que vive a costa de mi salud
Y nunca brinda con nadie
Ahora te traigo mi voz
Desgastada por tantas cosas que no te digo
Y heriditas que guarda un viento que va conmigo
Y motivos que nadie sabe mejor que yo
Ahora te traigo mi voz
Astillada, falta de ganas pa' hacerte hoguera
Agarrada al clavito ardiendo de su candela
Que la compre quien la quiera
Ahora te traigo otro cuento
Si no te gusta pa' ti lo invento
Si tú lo pagas no llevo suelto
Por mi, que sigan diciendo
Ahora te digo que no
Me quedan santos ni devoción
Que no fusilen mi paredón
Que sigo en deuda conmigo
Ahora te traigo mi voz
Desgastada por tantas cosas que no te digo
Y heriditas que guarda un viento que va conmigo
Y motivos que nadie sabe mejor que yo
Ahora te traigo mi voz
Astillada, falta de ganas pa' hacerte hoguera
Agarrada al clavito ardiendo de su candela
Que la compre quien la quiera
Ahora te traigo el color
Que todo el mundo ve menos yo
Mis batallitas, mi calentón
Que se rebelan con nada
Si no te gusta, lo siento
Por donde vine me voy, me pierdo
Me agarro el nudo, me amarro al viento
Que va empujando mi sueño
Y ahora te traigo mi voz
Desgastada por tantas cosas que no te digo
Y heriditas que guarda un viento que va conmigo
Y motivos que nadie sabe mejor que yo
Ahora te traigo mi voz
Astillada, falta de ganas pa' hacerte hoguera
Agarrada al clavito ardiendo de su candela
Que la compre quien la quiera
Que la compre quien la quiera
Quien la quiera
Que la compre quien la quiera

Tradução da letra

Agora trago te uma vela
Que me guardei
De alguma noite de luz sem brilho
Que já paguei
Depois de a ter roubado
Agora trago te este são de va piando
Sem ton ou você que vive à custa da minha saúde
E nunca brinda com ninguém
Agora trago te a minha voz
Desgastada por tantas coisas que não te digo
E feriditas que guarda um vento que vai comigo
E motivos que ninguém sabe melhor do que eu
Agora trago te a minha voz
Estilhaçada, falta de vontade para te fazer fogueira
Agarrada ao clavito ardendo de sua candela
Que a compre quem a queira
Agora trago te outra história
Se você não gosta de pa' você eu inventá-lo
Se pagares não estou à solta
Por mim, continuem a dizer
Agora digo te que não
Eu tenho santos ou devoção
Que não fuzilem a minha parede
Que ainda estou em dívida para comigo
Agora trago te a minha voz
Desgastada por tantas coisas que não te digo
E feriditas que guarda um vento que vai comigo
E motivos que ninguém sabe melhor do que eu
Agora trago te a minha voz
Estilhaçada, falta de vontade para te fazer fogueira
Agarrada ao clavito ardendo de sua candela
Que a compre quem a queira
Agora trago te a cor
Que toda a gente vê menos eu
As minhas batalhinhas, o meu tesão
Que se rebelam com nada
Se não gostas, desculpa
Por onde vim, vou-me embora, perco-me
Agarro o nó, amarro-me ao vento
Que vai empurrando meu sonho
E agora trago te a minha voz
Desgastada por tantas coisas que não te digo
E feriditas que guarda um vento que vai comigo
E motivos que ninguém sabe melhor do que eu
Agora trago te a minha voz
Estilhaçada, falta de vontade para te fazer fogueira
Agarrada ao clavito ardendo de sua candela
Que a compre quem a queira
Que a compre quem a queira
Quem a quiser
Que a compre quem a queira