Mägo De Oz — La Canción de Pedro letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Canción de Pedro" de Mägo De Oz.
Letra
Caminando muy despacio
Por el metro siempre va Su techo son las estrellas
Y por cama un viejo portal.
Junta monedas en un vaso roto
Atado a su viejo acordeón
Su mirada de tristeza
Delata que intima con la soledad.
¡Señor, donde estás!
Largas canas en su barba
Y su poco pelo sin peinar
Sus zapatos son los dedos
Cansados y aburridos de andar.
Compañero del frío jamás recibió
Ayuda de ninguna institución
Aún recuerda sus tiempos de Obispo rebelde y su expulsión.
¡En mi fé mando yo!
Cuentan que estando un día en el metro
Un tipo alto y delgado le habló
Llevaba pantalones vaqueros
Chupa de cuero, pelo largo y cálida voz
¡Tu nombre ahora es Pedro y no Simón!
Sobre esta piedra montaré
Un nuevo orden de revolución
Tiraremos los muros de oro
Que la Iglesia en nombre de mi padre robó
¡Cuando yo me vaya tú serás mi voz!
Desde aquel día si viajas en metro
En busca de libertad
Huye del pobre de espíritu
Y sigue al rico de corazón
Pues quien golpea su pecho
Y ficha en misa de doce a dos
Pero huye del negro y del gay,
A ese no quiero yo.
Tradução da letra
Andando muito devagar
Pelo metrô sempre vai seu telhado são as estrelas
E por cama um velho portal.
Junte moedas em um copo quebrado
Amarrado ao seu velho acordeão
Seu olhar de tristeza
Ele denunciou a solidão.
Senhor, Onde estás!
Cabelos grisalhos longos em sua barba
E seu pouco cabelo não penteado
Seus sapatos são os dedos
Cansados e aborrecidos de andar.
Companheiro do frio nunca recebeu
Ajuda de nenhuma instituição
Ele ainda se lembra de seus tempos de bispo rebelde e sua expulsão.
Na minha fé mando eu!
Contam que, estando um dia no metrô
Um tipo alto e magro falou com ele
Ele usava jeans
Suga couro, cabelo longo e quente voz
O teu nome agora é Pedro e não Simão!
Sobre esta pedra montarei
Uma nova ordem de revolução
Vamos deitar fora as paredes de ouro
Que a Igreja em nome do meu pai roubou
Quando eu sair, serás a minha voz!
Desde aquele dia se viajares de metro
Em busca de liberdade
Foge do pobre de espírito
E segue o rico de coração
Quem lhe bate no peito
E ficha na missa de doze a dois
Mas foge do negro e do gay,
Não quero esse.