Mägo De Oz — Dies irae letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Dies irae" de Mägo De Oz.

Letra

He puesto a secar
Los recuerdos frente al sol
He puesto a tender
La nostalgia del ayer
Y no voy a llorar
Pero no podré olvidar
Toda la desolación
Que los dioses trajeron del mar
¡Ohhhh!
Dies irae Malleus Maleficarum est
Cuando llora el sol
Sus lágrimas son
Oro y dolor
Se deshace, el hombre blanco,
se sació y gaia lloró
Muere la tierra sudando terror
La codicia del blanco en nombre de dios
El cielo llora, hace charcos y yo Siento que se me escapa la vida ante mí
No te olvides de mí
Ahora voy hacia un lugar
En donde no existe el miedo
Donde no vive el adiós
Me marcharé
Montado en la brisa del mar
Yo viviré en tu memoria
Y dormiré en tu corazón
Ahora soy volcán, desastre natural
Calentamiento global
Ya nadie puede mis gritos ahogar
Pues ayer aprendieron de rabia nadar
No te olvides de mí
Ahora voy hacia un lugar
En donde no existe el miedo
Donde no vive el adiós
Me marcharé
Montado en la brisa del mar
Yo viviré en tu memoria
Y dormiré en tu corazón
Y al amanecer, al morir la oscuridad
Yo regresaré, yo seré el huracán
He puesto a secar mi venganza frente al sol
Llegará el fin, la venganza final
¡Ohhhh!
No te olvides de mí
Ahora voy hacia un lugar
En donde no existe el miedo
Donde no vive el adiós
Me marcharé
Montado en la brisa del mar
Yo viviré en tu memoria
Y dormiré en tu corazón
Dies Irae Malleus Maleficarum Est

Tradução da letra

Eu coloquei para secar
As memórias em frente ao sol
Eu coloquei a tender
A nostalgia de ontem
E não vou chorar
Mas não poderei esquecer
Toda a desolação
Que os deuses trouxeram do mar
Ohhhh!
Dies irae Malleus Maleficarum est
Quando o sol chora
Suas lágrimas são
Ouro e dor
Desfaz-Se, o homem branco,
fartou se e Gaia chorou
Morre a terra, suando terror
A ganância do branco em nome de deus
O céu chora, faz poças e eu sinto que me escapa a vida diante de mim
Não te esqueças de mim
Agora vou para um lugar
Onde não há medo
Onde o aDeus não vive
Vou me embora
Montado na brisa do mar
Eu viverei na tua memória
E dormirei no teu coração
Agora sou vulcão, desastre natural
Aquecimento global
Já ninguém pode afogar os meus gritos
Pois ontem aprenderam de raiva nadar
Não te esqueças de mim
Agora vou para um lugar
Onde não há medo
Onde o aDeus não vive
Vou me embora
Montado na brisa do mar
Eu viverei na tua memória
E dormirei no teu coração
E ao amanhecer, ao morrer a escuridão
Eu voltarei, eu serei o furacão
Pus a secar a minha vingança diante do sol
O fim chegará, a vingança final
Ohhhh!
Não te esqueças de mim
Agora vou para um lugar
Onde não há medo
Onde o aDeus não vive
Vou me embora
Montado na brisa do mar
Eu viverei na tua memória
E dormirei no teu coração
Dies Irae Malleus Maleficarum Est