Magna Carta — Sun ain't gonna rise letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sun ain't gonna rise" de Magna Carta.

Letra

for I could speak of many things
in oh so many ways
but it’s my thoughts flying through the night
above the winding cities see them shine
For every child without a light, hiding from the cold
the dispossessed, the seldom blessed, the weary and the old
when the face of every stranger, is a mirror to your soul
Sun ain’t gonna rise in the morning.
So think before you say there’s no reason for a man to lose his mind.
Words of pity fill your ears and many times your eyes it’ll make you blind,
you know it makes you blind
so many dreams of vague charity they live a season
just to fade and die
But for every priest without a flock, who once believed in right
for the poet with a line who dried up over night
For the drunk without a jar, to keep him out of sight
Sun ain’t gonna rise in the morning
Beyond the clouds of whirling smoke, wheat fields touch the sky
shady trees and meadow seas, Autumn winds and August breezes fly
Oh you know they fly
and it’s not for me to say where or when
all this will go and never be again
For every frozen optimist, who put his faith in love
for the drowning sinner, with his eyes on God above
and the old man left behind the queue, without the strength to shove
Sun ain’t gonna rise, sun ain’t gonna rise
Sun ain’t gonna rise in the morning

Tradução da letra

pois eu poderia falar de muitas coisas
de tantas maneiras
mas são os meus pensamentos a voar pela noite
acima das cidades sinuosas vê-los brilhar
Para todas as crianças sem luz, escondendo-se do frio
os despossuídos, os raramente abençoados, os cansados e os velhos
quando o rosto de cada estranho, é um espelho da tua alma
O sol não vai nascer de manhã.
Pensa antes de dizeres que não há razão para um homem perder a cabeça.
Palavras de piedade enchem os vossos ouvidos e muitas vezes os vossos olhos vão cegar-vos,
sabes que te faz cego
tantos sonhos de caridade vaga que vivem uma época
apenas para desaparecer e morrer
Mas para cada sacerdote sem rebanho, que uma vez acreditou no bem
para o poeta com uma linha que secou durante a noite
Para o bêbado sem jarra, para o manter fora de vista.
O sol não vai nascer de manhã.
Além das nuvens de fumaça, campos de trigo tocam o céu
árvores sombrias e prados mares, ventos de outono e brisas de agosto voam
Sabes que voam
e não me cabe a mim dizer onde ou quando
tudo isto vai e nunca mais vai voltar
Por cada optimista congelado, que põe a sua fé no amor
para o pecador afogado, com os olhos em Deus acima
e o velho ficou para trás da fila, sem força para empurrar
O sol não vai nascer, o sol não vai nascer
O sol não vai nascer de manhã.