Lynda Lemay — Les Petites âmes roses letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Les Petites âmes roses" de Lynda Lemay.
Letra
J’ai promenée ma petite âme
Enfant modèle de bonne famille
C'était un long corridor calme
Avec un beau plancher qui brille
Je croyais que la terre entière
Était tranquille comme mon village
Et que ton le monde avait une mère
Qui le jeudi fessai le repassage
J’ai promené mon petit corps
D’adolescente désirable
En rougissant comme un érable
Vierge de l’entaille des hommes
Épargner par les crocs
Que la vie ne montrait qu’aux autres
J’allais prendre le métro
Le cœur léger, La tête haute
Puis j’ai mis ma petite âme
En quête d’un beau grand amour
Ce fut mon grand défi de femme
Et la faille dans mon parcours
J’osai regarde pendre
Les épées de Damoclès
Comme en souhaitait que la plus grande
Me prenne par le ventre et me transperce
Je savais pas la douleur que ça cause
Quand la vie broie les petites âmes roses
Quand le bel univers explose
J’ai promenée mon petit cœur
De rendez vous en rendez vous
J’ai eue de vrais colliers de fleurs
Et de long chapelet de mot doux
Je croyais que la terre entière
Était somme toute inoffensive
Et que tout le monde avait une mère
Qui le samedi s’occupait de la lessive
Puis un beau jour été
J’ai promenée mon âme bénie
Au bras de mon père dans une allée
Sur un beau plancher qui relui
J’avais la bague au doigt
Les confettis dans les cheveux
Quand j’ai collée cette nuit là
Mes petits pieds froids sur mon bel amoureux
Je lui ai ouvert mon cœur et mes entrailles
Porter fièrement le fruit de ses semailles
C’est lui qui m’a fait dans l'âme une entaille
Quand il m’a dit qu’il fallait qu’il s’en aille
Je suis restée plantée là
Comme un érable mort de froid
J’ai promenée mon petit cœur
De salle attente et salle attente
Et puis de psychologue en docteur
En décrivant mon mal de ventre
Diagnostique fatal
Je les eue d’une vielle dame
Dans le portique d’un hôpital
Que c'était simplement le mal de âme
Elle m’a dit vas s’y pleure
T’as tout les droits être en colère
C’est tout ce qu’il te reste à faire
Quand ton âme change de couleur
Elle m’a fait un clin d'œil
Et est sortie maladroitement
Recroquevillée dans son fauteuil
Et j’ai pleurée comme un enfant
Je sais maintenant la douleur que ca cause
Quand la vie broie les petites âmes roses
Maintenant la terre entière me terrorise
Quand je promène m’a petite âme grise
Tradução da letra
Caminhei pela minha alma
Modelo de criança de boa família
Era um longo e silencioso corredor
Com um belo chão brilhante
Eu acreditava que toda a terra
Era calmo como a minha aldeia
E que o teu mundo tinha uma mãe
Que na quinta-feira espancou o engomar
Caminhei pelo meu corpinho
Adolescente desejável
A corar como um ácer
Virgem do entalhe masculino
Salvo por presas
Que a vida mostrava apenas aos outros
Eu ia apanhar o metro.
O coração leve, a cabeça alta
Então pus a minha pequena alma
Em busca de um belo grande amor
Este era o meu grande desafio como mulher.
E a falha na minha viagem
Atrevi-me a vê-la pendurada
As espadas de Damocles
Como desejou que o maior
Leva - me pela barriga e perfura-me
Não sabia a dor que causava.
Quando a vida moer pequenas almas cor-de-rosa
Quando o belo universo explodir
Caminhei o meu pequeno coração
Da nomeação à nomeação
Tinha colares de flores a sério.
E um rosário de longa e doce palavra
Eu acreditava que toda a terra
Estava tudo inofensivo.
E que todos tinham uma mãe
Que no sábado tratou da Lavandaria
Então um belo dia de Verão
Caminhei pela minha alma abençoada
No braço do meu pai num beco
Num lindo chão que brilha
Eu tinha o anel no meu dedo
Confetes no cabelo
Quando fiquei naquela noite
Os meus pés frios no meu belo Amante
Abri o meu coração e as minhas entranhas para ele.
Com orgulho dar o fruto da sua semeadura
Foi ele que fez uma mossa na minha alma.
Quando ele me disse que tinha de Partir
Fiquei ali parado.
Como um ácer morto do frio
Caminhei o meu pequeno coração
Sala de espera e sala de espera
E depois de psicólogo para médico
A descrever a minha dor de estômago.
Diagnóstico Fatal
Comprei-os a uma velhota.
No pórtico de um hospital
Que era simplesmente o mal da alma
Ela disse-me que estava a chorar.
Tens todo o direito de estar zangado.
É tudo o que tens para fazer.
Quando a tua alma muda de cor
Ela piscou-me o olho
E saiu estranhamente
Enrolada na cadeira dela
E chorei como uma criança
Agora sei a dor que causa.
Quando a vida moer pequenas almas cor-de-rosa
Agora toda a terra me aterroriza
Quando ando tem a minha alma cinzenta