Luke Bryan — Dirt Road Diary letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Dirt Road Diary" de Luke Bryan.

Letra

Me and daddy’d ride around all day shooting doves off a line in a Chevrolet.
Old lab would jump out the back and fetch them up.
We’d drive for miles and miles and never once hit blacktop or change the dial.
One little country station was all there was.
Checking gates, fixing fence rows — that’s how my story goes.
If you want to know the real me, just turn the page in my dirt road diary.
It’s right there for you to see, every kiss, every beer, every cotton field
memory.
Tan legs and some Dixie Land delight, ridin' round, windows down on a summer
night.
I was there, and that was me. It’s right here in my dirt road diary.
I remember when I turned sixteen I got a license and some gasoline.
Ain’t a curve or a straight away we didn’t fly down.
If wasn’t the boys it was me and her by fire in a field or down on the river.
Every inch of that county was sacred ground.
I wish I knew where that old truck was.
If it could talk it could tell on us.
If you want to know the real me, just turn the page in my dirt road diary.
It’s right there for you to see, every kiss, every beer, every cotton field
memory.
Tan legs and some Dixie Land delight, ridin' round, windows down on a summer
night.
I was there, and that was me. It’s right here in my dirt road diary.
It ain’t a book underneath my bed;
Just a dusty memory lane burned in my head.
Tan legs and some Dixie Land delight, ridin' round, windows down feeling right
I was there, that was me. It’s right here in my dirt road diary.
Just ride around my little town and you’ll see how I wrote my dirt road diary.

Tradução da letra

Eu e o papá passeávamos o dia a disparar pombas numa linha num Chevrolet.
O velho laboratório saltava pelas traseiras e ia buscá-los.
Conduzíamos quilómetros e quilómetros e nunca chegávamos a blacktop nem mudávamos o mostrador.
Uma pequena estação de campo era tudo o que havia.
A verificar portões, a arranjar filas de cercas, é assim que a minha história funciona.
Se queres conhecer o meu verdadeiro eu, vira a Página no meu diário de dirt road.
Está ali para veres, cada beijo, cada cerveja, cada campo de algodão
memoria.
Pernas bronzeadas e algum deleite da terra de Dixie, Cavalgando, janelas para baixo em um verão
noite.
Eu estava lá e era eu. Está aqui no meu diário da estrada de terra.
Lembro-me de quando fiz 16 anos ter carta e gasolina.
Não é uma curva ou uma curva de imediato que não voamos para baixo.
Se não fossem os rapazes, era eu e ela a arder num campo ou no Rio.
Cada centímetro do condado era terreno sagrado.
Quem me dera saber onde está a carrinha velha.
Se pudesse falar, podia denunciar-nos.
Se queres conhecer o meu verdadeiro eu, vira a Página no meu diário de dirt road.
Está ali para veres, cada beijo, cada cerveja, cada campo de algodão
memoria.
Pernas bronzeadas e algum deleite da terra de Dixie, Cavalgando, janelas para baixo em um verão
noite.
Eu estava lá e era eu. Está aqui no meu diário da estrada de terra.
Não é um livro debaixo da minha cama.;
Só uma pista de memória empoeirada na minha cabeça.
Pernas bronzeadas e alguma delícia da terra de Dixie, a andar por aí, janelas para baixo a sentir-se bem
Eu estava lá, era eu. Está aqui no meu diário da estrada de terra.
Dá uma volta pela minha cidadezinha e verás como escrevi o meu diário de dirt road.