Lujuria — Goliardos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Goliardos" de Lujuria.
Letra
Siglo XIII en la Edad Media
La «gente del demonio"* en el orbe apareció
Iban llenando tabernas
Hablan de libertad, placer y amor
Estudiantes que se revelan
Soñaron con cambiar todo el orden social
Clérigos que ya no rezan
No quieren aceptar una falsa moral
Para empuñar una pluma
Sortean el odio de los demás
Qu no queden dudas
La taberna y el lecho fueron su altar
Morirá el pensamiento
Que no nazca de un sueño un goliardo aseguró
República literaria
Luchar con la palabra, vencer la sinrazón
Para empuñar una pluma
Sortean el odio de los demás
Que no queden dudas
La taberna y el lecho fueron su altar
Nadie a la muerte le teme
Un goliardo gritó
Y a Baco dejan su suerte
Goliardo revolución
Ibi nullus timet mortem
Un goliardo gritó
Sed pro Baccho mittun sortem
Goliardo revolución
Picaros, son seres libres
Ni impuestos seculares ni orden militar
Picaros y vagabundos
Gozaban de la vida sin miedo al más allá
Para empuñar una pluma
Sortean el odio de los demás
Que no queden dudas
La taberna y el lecho fueron su altar
Nadie a la muerte le teme…
Ibi nullus timet mortem…
Tradução da letra
Século XIII: na Idade Média
O" povo do demônio " * no orbe apareceu
Estavam a encher tabernas
Eles falam de liberdade, prazer e amor
Estudantes que se revelam
Eles sonharam em mudar toda a ordem social
Clérigos que já não rezam
Eles não querem aceitar uma falsa moral
Para empunhar uma caneta
Eles contornam o ódio dos outros
Qu não restem dúvidas
A taberna e o leito foram o seu altar
Morrerá o pensamento
Que não nasça de um sonho um goliardo assegurou
República literária
Lutar com a palavra, vencer a sinrazón
Para empunhar uma caneta
Eles contornam o ódio dos outros
Que não restem dúvidas
A taberna e o leito foram o seu altar
Ninguém tem medo da morte
Um goliardo gritou
E o Baco deixa a sua sorte
Goliardo revolução
Ibi nullus timet mortem
Um goliardo gritou
Sed pro Baccho mittun sortem
Goliardo revolução
Picaros, são seres livres
Nem impostos seculares nem ordens militares
Picaros e vagabundos
Gozavam da vida sem medo do além
Para empunhar uma caneta
Eles contornam o ódio dos outros
Que não restem dúvidas
A taberna e o leito foram o seu altar
Ninguém tem medo da morte…
Ibi nullus timet mortem…