Luis Alberto Spinetta — Cielo Invertido letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cielo Invertido" de Luis Alberto Spinetta.

Letra

Veo un fuego con las manos dando luz
Modulan las miradas entre sí…
Hermosa es esta fauna fauna todavía…
Dios o ser pequeña cosa es píxel…
La puerta es tan sensual que inhibe
Todo esto es un harem
Harem de flores que esperan…
Condición de fulgor en algún querer
Que haya cambiado…
Condición de fulgor en algún querer
Que haya cambiado…
Una planta desde un bloque a caer
Buey impreso en varios aros de iodo
Una leve sensación de que todo es estable
Cada uno de estos mundos de calor
Sustituye lo que ansiaba sin hablar…
Los envases y las cosas brotan como sexos
Corazón inmaterial que nada ve…
Y sin embargo…
Corazón inmaterial que no ve…
Sabe en tus ojos toda la vida…
Todo crece transparente desde el suelo…
Cielo invertido, amarte así en silencio ayuda más…
Venus lo derrite todo…
Ya no es dulce
Y se ve desde el horizonte hasta el confín…
Una bruma poderosa que es un pasto…
Lo que sea no dirá que sí
Ya que el mundo lo colma
Descubrir que somos hueco cartón…
Un espejo que se mira en el espejo
Descubrir que sólo somos formas
Que no se dicen…
Oración artificial que nunca sé…
Y por que si…
Condición de fulgor en algún querer
Que haya cambiado
Comenzó tal como fue
La tenue luz
Solo en tus manos
Corazón inmaterial que nada ve…
Y sin embargo en tus ojos toda la vida…

Tradução da letra

Vejo um fogo com as mãos a dar luz
Eles modulam os olhares um para o outro…
Linda é esta fauna fauna ainda…
Deus ou ser pequena coisa é pixel…
A porta é tão sensual que inibe
Isto é tudo um harém
Harem de flores esperando por você…
Condição de brilho em algum querer
Que tenha mudado…
Condição de brilho em algum querer
Que tenha mudado…
Uma planta de um bloco a cair
Boi impresso em vários anéis de iodo
Uma leve sensação de que tudo é estável
Cada um desses mundos de calor
Substitui o que eu ansiava sem falar…
Embalagens e coisas brotam como sexos
Coração imaterial que nada vê…
E ainda…
Coração imaterial, que não vê…
Sabe em seus olhos toda a vida…
Tudo cresce transparente do chão…
Céu invertido, amar-te, assim, em silêncio, ajuda mais…
Venus derrete tudo…
Já não é doce
E é visto do horizonte até o limite…
Uma névoa poderosa que é um pasto…
O que quer que seja não dirá que sim
Já que o mundo o enche
Descobrir que somos oco papelão…
Um espelho que olha no espelho
Descobrir que somos apenas formas
Que não se dizem…
Oração artificial que eu nunca sei…
E por que sim…
Condição de brilho em algum querer
Que tenha mudado
Começou como era
A luz fraca
Apenas em suas mãos
Coração imaterial que nada vê…
E ainda em seus olhos toda a vida…