Luigi Tenco — Vita familiare letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Vita familiare" de Luigi Tenco.

Letra

Giudice, vorrei lasciare mia moglie.
Giudice, vorrei andarmene via…
Perché l' hai sposata?
Perché portava in dote
terreni confinanti con le terre che ho io.
Forse le vostre terre non confinano più?
Ma scusi… che domande sono? Ma certo che confinano ancora.
E allora non avrai mai il permesso
di lasciare tua moglie, di andartene via.
Giudice, vorrei lasciare mia moglie.
Giudice, vorrei andarmene via…
Perché l' hai sposata?
Per avere dei figli che mi dessero una mano, una mano nel lavoro.
E lei te li ha dati questi figli?
Beh… eh no… cioè sì…ma effettivamente… certo che me li ha dati.
E allora non avrai mai il permesso di lasciare tua moglie, di andartene via.
Giudice, vorrei lasciare mia moglie.
Giudice, vorrei andarmene via…
Perché l' hai sposata?
Perché l’amavo troppo e non potevo più vivere se non vicino a lei.
Forse che ora tu non l’ami più?
No, io non l’amo più.
E allora… mi scusi… non si può così…ma
vincolo indissolubile… non è non si può…basta!

Tradução da letra

Juiz, gostaria de deixar a minha mulher.
Juiz, gostaria de sair.…
Porque casaste com ela?
Por que trouxe o dote
terra que faz fronteira com a terra que tenho.
Talvez as suas terras já não façam fronteira?
Desculpe, quais são as perguntas? Claro que ainda fazem fronteira.
E depois nunca terás permissão.
deixar a sua mulher, sair.
Juiz, gostaria de deixar a minha mulher.
Juiz, gostaria de sair.…
Porque casaste com ela?
Ter filhos para me dar uma mão, uma mão no trabalho.
E ela deu - te estes miúdos?
Bem ... Não... Quero dizer ... sì...ma na verdade, claro que ele mos deu.
Então, nunca poderás deixar a tua mulher, nem ir embora.
Juiz, gostaria de deixar a minha mulher.
Juiz, gostaria de sair.…
Porque casaste com ela?
Porque a amava demasiado e não conseguia viver mais perto dela.
Talvez agora já não a Ames?
Não, já não a amo.
Entao ... com licença ... não podes. così...ma
ligação indissolúvel ... não é você não pode ... chega!