Luca Dirisio — Grano Di Sale letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Grano Di Sale" de Luca Dirisio.
Letra
Se mi accendi
Gli occhi addosso
Nasci nasci o biondo grano di sale
Tra tempesta e noia mortale
Lentamente mi sto sciogliendo
Dolcemente
Perch non sento n cambi n guai
Non capisco dove sbaglio
Non capisco se la colpa mia
Perch in tutto trovo un senso
Anche quando poi un senso non c'
E mi vergogno per questo di me Appassisco solo se cambio d’umore
Te ne accorgi cambio colore
E canta e cresci o bianca stella di un gran sud
Desiderio semplice sogno
Lentamente, ti sto sciogliendo
Dolcemente
Perch non sento n cambi n guai
Non capisco dove sbaglio
Non capisco se la colpa mia
Perch in tutto trovo un senso
Anche quando poi un senso non c'
Non sopporto pi№ il silenzio
Ne ho abbastanza di deserti e t E di ombra che ho bisogno
Dissetare qualche mio perch
E mi vergogno
Sotterrate i vostri sogni non lasciateli l¬
Se pensate che ritorni se credete di s¬
Non capisco dove sbaglio
Non capisco se la colpa mia
Perch in tutto trovo un senso
Anche quando poi un senso non c'
Non sopporto pi№ il silenzio
Ne ho abbastanza di deserti e t E di ombra che ho bisogno
Dissetare qualche mio perch
E mi vergogno per questo di me.
(Grazie a Veronica per questo testo)
Tradução da letra
Se me excitares
Olhos postos
Dar à luz ou um grão de sal loiro
Entre a tempestade e o tédio Mortal
Lentamente estou a derreter.
Suavemente
Porque eu não sinto nenhuma mudança nenhum problema
Não sei onde me engano.
Não entendo se a culpa é minha.
Porque em tudo encontro um sentido
Mesmo quando há um sentido
E estou envergonhada por isto. só murcho se mudar de humor.
Nota a mudança de cor
E cantar e crescer ó estrela branca de um grande Sul
Desejo simples de sonho
Lentamente, estou a derreter-te.
Suavemente
Porque eu não sinto nenhuma mudança nenhum problema
Não sei onde me engano.
Não entendo se a culpa é minha.
Porque em tudo encontro um sentido
Mesmo quando há um sentido
Não aguento mais o silêncio.
Estou farto de desertos, de t e da sombra de que preciso.
Apaga um pouco do meu poleiro.
E tenho vergonha
Enterra os teus sonhos não os deixes
Se você acha que vai voltar se você acha que é
Não sei onde me engano.
Não entendo se a culpa é minha.
Porque em tudo encontro um sentido
Mesmo quando há um sentido
Não aguento mais o silêncio.
Estou farto de desertos, de t e da sombra de que preciso.
Apaga um pouco do meu poleiro.
E tenho vergonha de mim mesmo por isso.
(Agradecimentos à Veronica por este texto)