Luca Barbarossa — Roma Spogliata letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Roma Spogliata" de Luca Barbarossa.
Letra
Dab di di di da Dab da da da da Quell’inverno l’odore di caffe' negli autobus era di rito
e la pioggia non cadeva giu' per caso ne' per gioco
nei cinema Hollywood cantava la nostalgia un po' bagnato
guardavo per la strada la gente mia.
Roma puttana quattro dischi, un gatto, una serata strana.
Roma spogliata dei suoi tanti amori, dei suoi vecchi fiori
Roma fatata lasciami cantare una serenata
Nelle macchine appannate dai discorsi sul carnevale
i bambini disegnavano spauriti i loro cuori
e i tedeschi vestiti come al mare
fan tremare le signore coperte di animali sempre piu' rari.
Roma venduta per due soldi a una vecchia americana
Roma nascosta sotto il fumo nero dei nostri cannoni
Roma incantata, lasciami suonare una serenata Quell’inverno,
quell’inverno se la mente non m’inganna era d’estate chiama i giri che le quattro anche stanotte sono arrivate.
Roma sorella quante volte son partito e ritornato Roma mia madre,
occhi tristi che non m’hanno abbandonato.
Roma svampita, calze a rete tacchi a spillo e un po' di vita
Roma ingannata dai suo tanti amori, dai suoi vecchi fiori
Roma stregata, lasciami cantare una serenata
Roma spogliata lasciami cantare una serenata.
Dab di di di da Dab da da da da Dab di di di da Dab da da da da
Tradução da letra
O cheiro do café nos autocarros era um ritual.
e a chuva não caiu por acaso ou por brincadeira
nos cinemas de Hollywood cantavam nostalgia um pouco molhada
Estava a olhar para o meu pessoal na rua.
Roma prostituta quatro discos, um gato, uma noite estranha.
Roma despojada dos seus muitos amores, das suas velhas Flores
Fada de Roma deixa-me cantar uma serenata
Em carros manchados por discursos de Carnaval
as crianças assustavam os seus corações
e os alemães vestidos como o mar
os fãs tremem as senhoras cobertas de animais cada vez mais raros.
Roma vendeu por dois dólares a um velho americano.
Roma escondida sob a fumaça negra dos nossos canhões
Roma encantada, deixa-me tocar uma serenata nesse inverno,
aquele inverno, se a mente não me engana, foi verão, as rondas que esta noite também chegaram.
Irmã de Roma quantas vezes parti e voltei Roma minha mãe,
olhos tristes que não me abandonaram.
Roma svampita, Fishnet stilettos e alguma vida
Roma enganada pelos seus muitos amores, pelas suas velhas Flores
Roma enfeitiçada, deixa-me cantar uma serenata
Roma despojada deixa-me cantar uma serenata.
Dab di di di da Dab da da da da Dab di di Di Da Dab da da da da