Love Of Lesbian — Cuando no me ves letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cuando no me ves" de Love Of Lesbian.

Letra

Sólo cuando no me ves si no me ves,
encuentro el valor de mirarte
sin el pánico que aún siento
a tu inconsciente coacción.
Ahora que tú no me ves,
admitiré,
que un deseo malvado
en un sueño se burlaba
de mi torre de control.
Y era sucio y era pecado,
no puedo asimilar que era yo …
y era yo.
Ya está, de una vez lo he dicho,
que dé igual, no siempre da lo mismo.
Tú llovías sobre mojado,
debajo de tu nube era yo …
y era yo.
Ya está, de una vez lo he dicho,
que dé igual, no siempre da lo mismo.
Cualquiera que me viera en mis negras horas,
reptando por tu piel cuando es pared
se creería que mi vicio es lamer tus sombras,
pero sólo lo hago cuando no me ves.
Por mucho que me esfuerce a todas horas,
el deseo salta muros al revés.
Ahora te pido que me odies de memoria,
como un himno de los que saben perder.
Negaré ante el mundo lo siguiente:
que si de algo voy sobrado
es de falta de autoestima
y que por eso te lo canto
sin tener que usar «te quiero»
a través de una metáfora,
ese ánfora que uso para resguardar mis miedos.
A que un día las comprendas,
situación inaceptable.
Puede ser que esté viciado a que te cueste descifrarme,
si entendieras la ironía
de querer estar a solas
y cuando al fin tiempo consigo
me pregunto por qué huyo,
pero sólo sé decirlo
cuando no me ves.
Por mucho que me esfuerce a todas horas,
el deseo salta muros al revés.
Ahora te pido que me odies de memoria,
como un himno de los que saben perder.
El día que el presente ya sea historia
y las aguas se nos calmen de una vez,
entenderás en mis silencios tantas cosas,
las que ahora escribo cuando no me ves.

Tradução da letra

Só quando não me vês se não me vês,
acho a coragem de olhar para ti
sem o pânico que ainda sinto
a sua coerção inconsciente.
Agora que não me vês,
admito,
que um desejo maligno
em um sonho ele zombou
da minha torre de controlo.
E era sujo e era pecado,
não consigo perceber que era eu …
e era eu.
Já está, já disse,
seja como for, nem sempre é o mesmo.
Tu chovias no molhado,
Debaixo da tua nuvem era eu …
e era eu.
Já está, já disse,
seja como for, nem sempre é o mesmo.
Qualquer um que me visse nas minhas horas negras,
rastejando pela sua pele quando é Parede
pensaria que o meu vício era Lamber as tuas sombras,
mas só o faço quando não me vê.
Por Mais que me esforce a qualquer hora,
o desejo salta paredes ao contrário.
Agora peço te que me odeies de cor,
como um hino daqueles que sabem perder.
Negarei ao mundo o seguinte:
que se de alguma coisa me sobrar
é de falta de auto-estima
e é por isso que to canto
sem ter que usar " eu te amo»
através de uma metáfora,
aquela Ânfora que uso para proteger os meus medos.
A que um dia as compreendas,
situação inaceitável.
Pode ser que esteja viciado em que te custe decifrar me,
se você entendesse a ironia
de querer estar a sós
e quando finalmente consegui
pergunto me porque fugi,
mas só sei dizer
quando não me vês.
Por Mais que me esforce a qualquer hora,
o desejo salta paredes ao contrário.
Agora peço te que me odeies de cor,
como um hino daqueles que sabem perder.
O dia em que o presente já é história
e as águas acalmem nos de uma vez,
compreenderás nos meus silêncios tantas coisas,
as que escrevo agora quando não me vês.