Love Of Lesbian — Bajo el Volcán letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Bajo el Volcán" de Love Of Lesbian.
Letra
Quiero planear sobre tu tierra estable.
quisiera regresar a ser viento suave.
cuando yo solo era brisa,
acuérdate bien que, al no poder mirarme,
sabía que existía solo si a ti te podía mover
en casi todos mis viajes,
de ahí me llevé varias canciones de aire.
recuerdos de viajes
que en mares del trópico adquirí.
fue después de 20 inviernos,
acuérdate bien por las presiones de aire,
los círculos radiales se empezaron a expandir.
mientras tanto tú,
tú tan anclada en tus raíces,
con esfuerzo percibiste que invertí mi dirección.
¿y de quien siembra vientos
qué se dice? ya lo sabes.
solo cuando te quebraste,
solo entonces me di cuenta: era yo.
el huracán de una escala descomunal,
crecido en su arrogancia,
por sí mismo dio una vuelta en espiral.
y ese huracán, con la luz de lunas de hiel,
a mil metros del suelo
a duras penas se dio cuenta que arrasó
bajo el volcán.
toda sed de comprender
cualquier motivo, el sinsentido,
ha dejado a hombres de ciencia
sin salir de sus porqués.
fenómenos del mal, desastres,
que vienen y van,
que van, que van, que van sucedido
sin aviso fiable o preventiva medición.
tu tierra antes dormida de tu lava se llenó.
cerramos aeropuertos, desviamos los aviones del perdón.
ya no hay nada en mí,
solo restos que destruyen.
y mi huracán de una escala de fuerza 6,
crecido en su arrogancia,
a duras penas se dio cuenta que arrasó
bajo el volcán.
tu volcán.
ni siquiera el mismo diablo lo haría mejor.
y el huracán de una escala descomunal,
crecido en su arrogancia,
por sí mismo dio una gran vuelta en espiral.
ese huracán quiso huir de su propio ser,
se fue a otras ciudades convencido que a tus islas
le estaba prohibido volver.
le estaba prohibido volver.
(Gracias a Arzeus por esta letra)
Tradução da letra
Quero planear a tua terra estável.
gostaria de voltar a ser Vento suave.
quando eu era apenas brisa,
lembra-te bem que, por não poder olhar para mim,
sabia que só existia se te conseguisse mexer
em quase todas as minhas viagens,
daí eu levei várias músicas de ar.
lembranças de viagem
que em mares do trópico adquiri.
foi depois de 20 invernos,
lembre-se bem das pressões de ar,
os círculos radiais começaram a se expandir.
Entretanto tu,
tu tão ancorada nas tuas raízes,
com esforço percebeste que investi o meu endereço.
e de quem semeia ventos
o que se diz? tu sabes disso.
só quando partiste,
só então percebi: era eu.
o furacão de uma escala gigantesca,
crescido em sua arrogância,
por si só deu uma volta em espiral.
e aquele furacão, com a luz das luas de fel,
a mil metros do chão
mal percebeu que ele arrasou
debaixo do vulcão.
toda a sede de compreender
qualquer motivo, o absurdo,
deixou homens de ciência
sem sair de seus porquês.
fenômenos do mal, desastres,
que vêm e vão,
que vão, que vão, que vão aconteceu
sem aviso confiável ou preventiva medição.
a tua terra antes adormecida da tua lava encheu-se.
fechamos aeroportos, desviamos os aviões do perdão.
não há mais nada em mim,
apenas restos que destroem.
e meu furacão de uma escala de força 6,
crescido em sua arrogância,
mal percebeu que ele arrasou
debaixo do vulcão.
o teu vulcão.
nem mesmo o próprio diabo faria melhor.
e o furacão de uma escala gigantesca,
crescido em sua arrogância,
por si só deu uma grande volta em espiral.
aquele furacão quis fugir do seu próprio ser,
ele foi para outras cidades convencido que para suas ilhas
estava proibido de voltar.
estava proibido de voltar.
(Graças a Arzeus por esta letra)