Louisy Joseph — Assis par terre letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Assis par terre" de Louisy Joseph.
Letra
C’est dans les regards qu’on croise
Et vous fait presser le pas
C’est de voir des visages à nos portes
Planqués derrière un judas
C’est dans l’absence d’un sourire
Qui ne coût' rait pas grand chose
C’est comme un clou qu’on enfonce
Une violence à petite dose
Assis par terre
Voir le monde qui défile
Et n’avoir pour domicile
Qu’un bout de trottoir
Assis par terre
Etre obligé de dire merci
Pour un euro ou même moins
Etre seul à tendre la main
Etre le seul à tendre la main
C’est dans les gestes qu’on n’attend plus
Ou qu’on se refuse de faire
C’est dans nos quotidiens déçus
Qui nous rendent durs et amers
C’est dans ces riens qui disent tout
Mais qu’on préfère encore taire
Assis par terre
Voir le monde qui défile
Et n’avoir pour domicile
Qu’un bout de trottoir
Assis par terre
Etre obligé de dire merci
Pour un euro ou même moins
Etre seul à tendre la main
Yeeeeah
Assis par terre
Voir le monde qui défile
Et n’avoir pour domicile
Qu’un bout de trottoir
Assis par terre
Etre obligé de dire merci
Pour un euro ou même moins
Etre seul à tendre la main
Etre le seul à tendre la main
C’est dans les regards qu’on croise
Et vous fait presser le pas
C’est de voir des visages à nos portes
Planqués derrière un judas
Assis par terre
Voir le monde qui défile
Et n’avoir pour domicile
Qu’un bout de trottoir
Assis par terre
Etre obligé de dire merci
Pour un euro ou même moins
Etre le seul et Assis par terre
Voir le monde qui défile
Et n’avoir pour domicile
Qu’un bout de trottoir
Assis par terre
Etre obligé de dire merci
Etre obligé de dire merci
Non non non non non
Assis par terre
Etre obligé de dire merci
Etre obligé de dire merci
Non non non non non
(Merci à Isabel pour cettes paroles)
Tradução da letra
É nos olhos que nos encontramos
And makes you hurry
É ver rostos nas nossas portas.
Escondido atrás de um buraco
É na ausência de um sorriso
Isso não custa muito.
É como um prego que se empurra.
Violência de pequenas doses
Sentado no chão
Ver o mundo que se pergaminha
E não ter domicílio
Que passeio.
Sentado no chão
Ser forçado a dizer obrigado
Por um euro ou ainda menos
Estar sozinho para alcançar
Seja o único a chegar
É nos gestos que já não esperamos
Ou que nos recusamos a fazer
Está no nosso desapontamento diário
Que nos tornam duros e amargos
É nestes riens que dizem tudo
Mas ainda preferimos ficar em silêncio.
Sentado no chão
Ver o mundo que se pergaminha
E não ter domicílio
Que passeio.
Sentado no chão
Ser forçado a dizer obrigado
Por um euro ou ainda menos
Estar sozinho para alcançar
Sim.
Sentado no chão
Ver o mundo que se pergaminha
E não ter domicílio
Que passeio.
Sentado no chão
Ser forçado a dizer obrigado
Por um euro ou ainda menos
Estar sozinho para alcançar
Seja o único a chegar
É nos olhos que nos encontramos
And makes you hurry
É ver rostos nas nossas portas.
Escondido atrás de um buraco
Sentado no chão
Ver o mundo que se pergaminha
E não ter domicílio
Que passeio.
Sentado no chão
Ser forçado a dizer obrigado
Por um euro ou ainda menos
Ser o único e sentar-se no chão
Ver o mundo que se pergaminha
E não ter domicílio
Que passeio.
Sentado no chão
Ser forçado a dizer obrigado
Ser forçado a dizer obrigado
Não, Não, Não, Não.
Sentado no chão
Ser forçado a dizer obrigado
Ser forçado a dizer obrigado
Não, Não, Não, Não.
(Agradecimentos a Isabel por estas palavras)