Los Tipitos — Basta para mí letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Basta para mí" de Los Tipitos.

Letra

Amarillo de cuarteles el sol se dibuja inocente aca abajo
Alumbra la figura que viene a sentarse en el bar
Un pibe de cometas, una piel de judas, un punto en la esquina
Con ojos de ceniza espera a los cuatro caidos del catre
Que paran con el
De madrugada amores penso y de eso esta hecha la vida
Resaca de mañana, campeones truco esta vez
Y a apolillar un rato, a estarse despierto antes de las cuatro
Martin tiene una fija, lo espera fumando sentado en un banco
Que hay en la shell
Corazones sucios de humareda que dejo la ciudad
Cuando el dia cayo
Caras con las letras de un cartel de traidor en la frente
Si nadie esta dispuesto a dar un mango por esto que soy yo
Y me quiero reir
Es porque la miseria está, la misera está en la piel
Piensa que el mundo esta en la calle, que no puede estar un rato en la cocina
Que el timbre lo desvela y sale al balcon a espiar
Que no puede estar anclado asi y que un coche le hizo mierda la cara
Que espera una caricia que la piel de negro a veces
Te ayuda y otras te hace bien
De la vida dijo: basta para mi y a rebelde no me gana esta mina
Ni a quedarse esperando que venga un milagro de miel
La peste de la noche, la ansiedad de tarde, la muerte de día
Mejor la primavera mejor como un hombre solo y que fumando
Ya no espera a Martín
Corazones sucios…

Tradução da letra

Amarelo quartel o sol é desenhado inocente aqui abaixo
Ilumine a figura que vem sentar no bar
Um pibe de cometas, uma pele de judas, um ponto no canto
Com olhos de cinza aguarda os quatro caídos do berço
Que param com ele
De madrugada amores pensamento e disso está feita a vida
Ressaca amanhã, Campeões truque desta vez
E apolar um pouco, ficar acordado antes das quatro
Martin tem um fixo, espera por ele fumando sentado em um banco
O que está na shell
Corações Sujos de fumaça que deixou a cidade
Quando o dia caiu
Rostos com as letras de um cartaz de traidor na testa
Se ninguém está disposto a dar um cabo por isso que sou eu
E eu quero rir
É porque a miséria está, a misera está na pele
Pensa que o mundo está na rua, que não pode ficar um pouco na cozinha
Que a campainha o revele e sai para a varanda para espiar
Que não pode estar ancorado assim e que um carro lhe fudeu a cara
Que espera uma carícia que a pele preta às vezes
Ajuda te e outras faz te bem
Da vida disse: basta para mim e a rebelde não me ganha esta mina
Nem para ficar esperando que venha um milagre de mel
A peste da noite, a ansiedade da tarde, a morte do dia
Melhor primavera melhor como um homem sozinho e do que fumar
Já não espera pelo Martin
Corações sujos…