Los Pericos — Boulevard letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Boulevard" de Los Pericos.

Letra

Salgo por la noche a caminar
al boulevard, boulevard, boulevard.
Vuelta a la cultura estimulante
del boulevard, boulevard, boulevard.
Postales de Pompeya,
figuras chinas y hasta un cafe irlandes.
CanciÛn de nochebuena de una morena
silbando en su vaiven.
Para mi que nadie te vuelve a mirar
en el silencio de la oscuridad.
Para mi que nadie te vuelve a mirar
se esconden en las sombras por algo ilegal.
Para mi que nada pero nadie te vuelve a mirar
si escuchan la sirena que puede llegar.
Para mi que nada pero nadie te vuelve a mirar
si ven a la patrulla que vuelve a pasar.
Cada uno tiene su vision,
la mÌa la perdÌ en un callejon.
Vuelta a la cultura estimulante
del boulevard, boulevard, boulevard.
Un loco en su historia
y dos amantes contra la pared,
discuten sus memoria
y me preguntan algo que no se.
Paseando y mirando una bola de fuego
cada uno en la calle atiende su juego,
miradas esquivas, miradas cercanas
violines sonando hasta la madrugada,
rapida comida se cuece en la esquina
necesito dulces en esta salida,
chicas morenas, chicas coloradas
junto a sus galanes esperando en la entrada.
Vuelta a la cultura estimulante
del boulevard, boulevard, boulevard.
Vuelta a la costumbre estimulante
del boulevard, boulevard, boulevard.
Paseando y mirando una bola de fuego
cada uno en la calle atiende su juego,
miradas esquivas, miradas cercanas
violines sonando hasta la madrugada,
r·pida comida se cuece en la esquina
necesito dulces en esta salida,
chicas morenas, chicas coloradas
junto a sus galanes esperando en la entrada.
Veo cruzando a la torre inglesa
junto a un pabellon de la Madre Teresa,
donde quedara un Deli cercano
que todo termine me produce desgano.

Tradução da letra

Eu saio à noite para uma caminhada
boulevard, boulevard, boulevard.
Retorno à cultura estimulante
boulevard, boulevard, boulevard.
Postais de Pompeia,
figuras chinesas e até um café irlandes.
CanciÛn de véspera de Natal de uma morena
assobiando em seu vaivém.
Para mim ninguém olha para ti outra vez
no silêncio da escuridão.
Para mim ninguém olha para ti outra vez
escondem-se nas sombras por algo ilegal.
Para mim nada mas ninguém volta a olhar para ti
se ouvirem a sirene que pode chegar.
Para mim nada mas ninguém volta a olhar para ti
se virem a patrulha que volta a acontecer.
Cada um tem sua visão,
perdi-a num beco.
Retorno à cultura estimulante
boulevard, boulevard, boulevard.
Um louco em sua história
e dois amantes contra a parede,
eles discutem suas memórias
e perguntam-me algo que não sei.
Passeando e olhando para uma bola de fogo
cada um na rua, atende seu jogo,
olhares esquivos, olhares próximos
violinos tocando até a madrugada,
fast food é cozido no canto
preciso de doces nesta saída,
meninas morenas, meninas coloridas
ao lado de seus galões esperando na entrada.
Retorno à cultura estimulante
boulevard, boulevard, boulevard.
Volta ao costume estimulante
boulevard, boulevard, boulevard.
Passeando e olhando para uma bola de fogo
cada um na rua, atende seu jogo,
olhares esquivos, olhares próximos
violinos tocando até a madrugada,
R * peça comida é cozida no canto
preciso de doces nesta saída,
meninas morenas, meninas coloridas
ao lado de seus galões esperando na entrada.
Vejo a atravessar a torre inglesa
ao lado de um pavilhão da Madre Teresa,
onde fica um Deli próximo
que tudo termine me produz desgano.