Los Muertos de Cristo — Pan y Circo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Pan y Circo" de Los Muertos de Cristo.

Letra

Soy, un esclavo del trabajo,
¿que es lo que puedo hacer?
Desde pequeño me educaron,
A ser sumiso, a obedecer,
A ser un hombre de provecho,
Sin derecho y sin saber,
Una marioneta al servicio del poder.
Mis manos son de los bancos,
Mi alma de la iglesia,
Mi dignidad esta por los suelos,
Y mi vida sigue en la miseria.
Y si el pueblo quiere despertar,
El estado nos ofrece pan y circo a reventar.
Pasas la vida trabajando,
Sin tiempo para pensar,
Y el poco que nos dejan,
Lo intentan rellenar,
Con basura televisiva,
Toros, fútbol, drogadiccion,
Falsantes lee futuros y revistas del corazon.
¡dormidos, dormidos!
Asi nos quiere ver el sistema,
¡sumidos, sumidos!
En lo mas hondo de la caverna.
Asi no puedo continuar,
¡despierta!
Mi mente enferma y a punto de estallar,
Solo quiero despertar,
¡despierta!
La ignorancia va devorando mi inteligencia.
Soy el reflejo de tu espejo,
Es a ti, no mires atras,
Soy esa tristeza,
Que esta en tu falsa felicidad,
Soy la duda que golpea,
Tu cerebro sin parar,
Soy la pesadilla,
Que aterroriza tu bienestar.
Mi sangre es de la patria,
Mi dueño un empresario,
Mi libertad solo es un voto,
Y mi dios el gran hermano.
Y si el pueblo quiere despertar,
El estado nos ofrece pan y circo a reventar.
Pero algun dia tiene que cambiar,
Entonces compañero,
Que esta cancion te haga despertar,
Pero algun dia tiene que cambiar,
Entonces compañera a que esperas para luchar.
Y ahora el pueblo pide libertad,
La funcion ha comenzado,
Y en la arena ahora tu estas.
Y ahora el pueblo pide libertad,
Descubriendo las infamias,
De esta falsa democracia.
¡Tu democracia apesta!(x5)

Tradução da letra

Sou, um escravo do trabalho,
o que posso fazer?
Desde pequeno fui educado,
A ser submisso, a obedecer,
A ser um homem de lucro,
Sem direito e sem saber,
Um fantoche ao serviço do poder.
As minhas mãos são dos bancos,
A minha alma da igreja,
A minha dignidade está no chão,
E a minha vida continua na miséria.
E se o povo quiser acordar,
O estado oferece-nos pão e circo para explodir.
Passas a vida a trabalhar,
Sem tempo para pensar,
E o pouco que nos deixam,
Eles tentam preencher,
Com lixo televisivo,
Touros, futebol, toxicodependência,
Falsificadores lê futuros e revistas do coração.
a dormir, a dormir!
É assim que o sistema nos quer ver,
mergulhados, mergulhados!
No fundo da caverna.
Assim não posso continuar,
acorda!
Minha mente doente e prestes a explodir,
Só quero acordar,
acorda!
A ignorância vai devorando minha inteligência.
Sou o reflexo do teu espelho,
É você, não olhe para trás,
Sou essa tristeza,
Que está na tua falsa felicidade,
Sou a dúvida que bate,
Seu cérebro sem parar,
Sou o pesadelo,
Que aterroriza o teu bem-estar.
O meu sangue é da Pátria,
Meu dono um empresário,
A minha liberdade é apenas um voto,
E meu Deus, o grande irmão.
E se o povo quiser acordar,
O estado oferece-nos pão e circo para explodir.
Mas um dia tem de mudar,
Então parceiro,
Que esta canção te faça acordar,
Mas um dia tem de mudar,
Então companheira que você espera para lutar.
E agora o povo pede liberdade,
A função começou,
E na arena agora você está.
E agora o povo pede liberdade,
Descobrindo as infames,
Desta falsa democracia.
A tua democracia cheira mal!(x5)