Litfiba — Dimmi il nome letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Dimmi il nome" de Litfiba.

Letra

Dentro i colpevoli e fuori i nomi
Mezzogiorno di fuoco e sangue tra famiglie onorabili
Sul mercato canta il violino la ballata dell' immunita`, oh Vogliamo i ladrones, vogliamo tutti i loro nomi
Terremoto ed eclissi al sole
Le persiane ti ascoltano
Abbandono da triste storia
Ho paura ma' e voglio da mangiare
Fiori e piombo
Sangue al sangue
Eran secoli secoli secoli secoli fa O forse un attimo un attimo un attimo un attimo
Il ladro, dimmi chi e`
Voglio il nome, voglio il nome
Il ladro, dimmi chi e`
Non so niente, non so dove,
Non so dire chi e`
E' un parassita un parassita
Il ladro dimmi dov’e`
Mezzogiorno canta il violino
Qui si chiama fatalita`
Combatti il terrore, prova a dargli faccia e nome
Terremoto di fiori e sangue
Non e` la fame me l' ignoranza che uccide!
Combatti il terrore, prova a dargli faccia e nome
Ma non un attimo un attimo un attimo in piu`,
Perche` e` gia` troppo gia` troppo gia` troppo gia` troppo
Il ladro, dimmi dov' e`
Voglio il nome, voglio il nome
Il ladro, dimmi chi e`
Non so niente, non so dove,
Non so dire chi e`
E' un parassita un parassita
Il ladro dimmi dov’e`
Lo voglio qui
Il ladro, dimmi dov' e`
Voglio il nome, voglio il nome
Il ladro, dimmi chi e`
Lo voglio qui
Dentro i colpevoli, fuori i nomi
O' terremoto' …
'fanculo l' onore e l' omerta`.

Tradução da letra

Dentro dos culpados e fora dos nomes
Meio-dia de fogo e sangue entre famílias honradas
No mercado canta o violino A Balada da imunidade, Oh queremos os ladrones, queremos todos os seus nomes
Terramoto e eclipse ao sol
As persianas ouvem-te
Abandono por triste história
Tenho medo, mãe, e quero comer.
Flores e chumbo
Sangue a sangue
Foram séculos séculos séculos séculos séculos atrás ou talvez um momento um momento um momento um momento um momento um momento um momento
O ladrão, diz - me quem ele é.
Quero o nome, quero o nome.
O ladrão, diz - me quem ele é.
Não sei de nada, não sei onde,
Não sei dizer quem ele é.
É um parasita um parasita
O ladrão diz-me onde ele está.
Ao meio-dia canta o violino
Chama-se fatalidade aqui.
Lutar contra o terror, tentar dar-lhe rosto e nome
Terramoto de flores e sangue
Não é a fome ou a ignorância que mata!
Lutar contra o terror, tentar dar-lhe rosto e nome
Mas nem um momento nem um momento a mais.,
'Cause it's already too much already too much
O ladrão, diz-me onde ele está.
Quero o nome, quero o nome.
O ladrão, diz - me quem ele é.
Não sei de nada, não sei onde,
Não sei dizer quem ele é.
É um parasita um parasita
O ladrão diz-me onde ele está.
Quero-o aqui.
O ladrão, diz-me onde ele está.
Quero o nome, quero o nome.
O ladrão, diz - me quem ele é.
Quero-o aqui.
Dentro dos culpados, fora dos nomes
O "bolo de anos" …
que se lixe a honra e a humildade.