Lisandro Aristimuño — Anfibio letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Anfibio" de Lisandro Aristimuño.

Letra

Dame por favor algo necesario
Que alimente mi voz
La razón para amarte tanto
Vivir en vos, vivir y morir en vos
No hay nada peor que los calendarios
Si hay fin es hoy
Razón tiene el diccionario
Y a mí sólo me guía el sol
A mí sólo me guía el sol
Crecer, reventar y a tu lado estar
Quiero que el anfibio emane del azul
Contemplar pendiente del mar
Y vibrar en los campos de luz
Un poco mejor que hace varios años
Sufrí y mentí por vos
La pasión no la estoy dejando
A mí tan sólo me guía el sol
Largos, tan altos los dos
Nos desnudamos de espalda a Dios
Luego de darle la mano
Largos, tan altos los dos
Nos desnudamos de espalda al sol
Nos despedimos cayendo
Crecer, reventar y a tu lado estar
Quiero que el anfibio emane del azul
Contemplar pendiente del mar
Y vibrar en los campos de luz
Largos, tan altos los dos
Nos desnudamos de espalda a Dios
Luego de darle la mano
Largos, tan altos los dos
Nos desnudamos de espalda al sol
Nos despedimos cayendo
Crecer, reventar y a tu lado estar
Quiero que el anfibio emane del azul
Contemplar pendiente del mar
Y vibrar en los campos de luz

Tradução da letra

Por favor dá me algo necessário
Que alimente a minha voz
A razão para te amar tanto
Viver em você, viver e morrer em você
Não há nada pior do que calendários
Se há fim é hoje
Razão tem o dicionário
E a mim só me guia o sol
Só o sol me guia
Crescer, estourar e ao seu lado estar
Quero que o anfíbio emane do azul
Contemplar inclinação do mar
E vibrar nos campos de luz
Um pouco melhor do que há vários anos
Sofri e menti por ti
A paixão não a estou a deixar
Só o sol me guia
Longos, tão altos os dois
Despimo nos de costas a Deus
Depois de lhe apertar a mão
Longos, tão altos os dois
Despimo nos de costas ao sol
Despedimo nos a cair
Crescer, estourar e ao seu lado estar
Quero que o anfíbio emane do azul
Contemplar inclinação do mar
E vibrar nos campos de luz
Longos, tão altos os dois
Despimo nos de costas a Deus
Depois de lhe apertar a mão
Longos, tão altos os dois
Despimo nos de costas ao sol
Despedimo nos a cair
Crescer, estourar e ao seu lado estar
Quero que o anfíbio emane do azul
Contemplar inclinação do mar
E vibrar nos campos de luz