Libitina — Dreams No More letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Dreams No More" de Libitina.
Letra
When all my actions seem to leave no trace
All words, muted, they appear out of place
When all my deeds fall short of the mark
My vision of the future is so stark…
Once heir to the world
The winds have changed
Former glories mock me, or so it seems
The order of things has been rearranged
The gods plough salt into the fields of my dreams
Echoes in the abyss answer my screams
They make not a wave in the world outside
Bereft of spirit, soulless I feel
A suppliant, chained
Before you I kneel…
Unable longer to fight against this
I can just wait and sit it out
Hide away, sink within myself
And wait for fate to take its course…
Dead to the world, dead to myself
Nothing can change without force of will
Mine this world has all but killed
A knife in the back
Done in stealth
Echoes in the abyss answer my screams
They make not a wave in the world outside
Bereft of spirit, soulless I feel
A suppliant, chained
Before you I kneel…
I have been reduced to this level
Call it a defeatist laissez-faire
This can solve nothing but tires me less
Than forever swimming against the flow
I forget my triumphs in dealing with pain
To my growing doubts I give full rein
Fading memories are all that remain
Of riches laid waste by society’s disdain
Tradução da letra
Quando todas as minhas acções parecem não deixar rasto
Todas as palavras, silenciadas, parecem fora do lugar.
Quando todas as minhas acções ficam aquém do alvo
A minha visão do futuro é tão dura…
Outrora herdeiro do mundo
Os ventos mudaram
As antigas glórias zombam de mim, parece que sim.
A ordem das Coisas foi reorganizada.
Os deuses lavram sal nos campos dos meus sonhos
Ecos no abismo respondem aos meus gritos
Não fazem ondas no mundo exterior
Sem espírito, sem alma sinto
Um suplicante, acorrentado
Diante de TI ajoelho-me…
Incapaz de lutar contra isso
Posso esperar e ficar de fora.
Esconde-te, afunda-te dentro de mim
E esperar que o destino siga o seu rumo…
Morto para o mundo, morto para mim
Nada pode mudar sem força de vontade
Meu, este mundo quase matou
Uma faca nas costas
Feito em segredo
Ecos no abismo respondem aos meus gritos
Não fazem ondas no mundo exterior
Sem espírito, sem alma sinto
Um suplicante, acorrentado
Diante de TI ajoelho-me…
Fui reduzido a este nível
Chama-lhe laissez-faire derrotista.
Isto só me cansa menos
Do que nadar para sempre contra o fluxo
Esqueço-me dos meus triunfos ao lidar com a dor
Às minhas dúvidas crescentes dou rédea solta
Memórias desvanecidas são tudo o que resta
Das riquezas desperdiçadas pelo desdém da sociedade