Lhasa de Sela — La celestina letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La celestina" de Lhasa de Sela.

Letra

M’hija quédate conmigo un rato
Porqué andas arrastrando esa desdicha
Espérame un momento y te desato
Pero, qué enredo te has puesto, muchachita
Qué amargos son los hechos que adivinas
Qué oscura es la ronda de tu recuerdo
Y en cuanto a tu corona de espinas
Te queda bien, pero la pagarás muy caro
Con tu mirada de fiera ofendida
Con tu vendaje donde herida no hay
Con tus gemidos de madre sufrida
Espantarás a tu última esperanza
Haz de tu puño algo cariñoso
Y haz de tu adiós un «ay mi amor»
Y de tu seña una sonrisita
Y de tu fuga un «ya voy ya voy llegando»
M’hija que pena me da de verte
Dejando olvidado a tu cuerpo
Muy lista, pobre boba, a dedicarte
A la eterna disección de un pecadillo
Mujer, desnúdate y estáte quieta
A ti te busca la saeta
Y es el hombre, al fin, como sangría
Que a veces da salud a veces mata
Y es el hombre, al fin, como sangría
Que a veces da salud a veces mata
Con tu mirada de fiera ofendida
Con tu vendaje donde herida no hay
Con tus gemidos de madre sufrida
Espantarás a tu última esperanza
Haz de tu puño algo cariñoso
Y haz de tu adiós un «ay mi amor»
Y de tu seña una sonrisita
Y de tu fuga un «ya voy ya voy llegando»
M’hija que pena me da de verte
Dejando olvidado a tu cuerpo
Muy lista, pobre boba, a dedicarte
A la eterna disección de un pecadillo
Mujer, desnúdate y estáte quieta
A ti te busca la saeta
Y es el hombre, al fin, como sangría
Que a veces da salud a veces mata
Y es el hombre, al fin, como sangría
Que a veces da salud y a veces

Tradução da letra

M'filha fica comigo um pouco
Porque estás a arrastar essa desgraça
Espera um momento e desato te
Mas que confusão estás a vestir, miúda
Que amargo são os fatos que você adivinha
Quão escura é a rodada de sua lembrança
E quanto à sua coroa de espinhos
Fica-te bem, mas vais pagá - la muito caro
Com o teu olhar de Fera ofendida
Com a tua ligadura onde ferida não há
Com os teus gemidos de mãe sofrida
Vais assustar a tua última esperança
Faça do seu punho algo carinhoso
E faz do teu adeus um " Ai meu amor»
E do teu sinal um sorriso
E da tua fuga um " já vou já vou chegando»
M'filha que pena me dá de te ver
Deixando seu corpo esquecido
Muito inteligente, pobre boba, a dedicar-te
À eterna dissecção de um pecadilho
Mulher, despe-te e fica quieta
A ti procura a flecha
E é o homem, finalmente, como sangria
Que às vezes dá saúde às vezes mata
E é o homem, finalmente, como sangria
Que às vezes dá saúde às vezes mata
Com o teu olhar de Fera ofendida
Com a tua ligadura onde ferida não há
Com os teus gemidos de mãe sofrida
Vais assustar a tua última esperança
Faça do seu punho algo carinhoso
E faz do teu adeus um " Ai meu amor»
E do teu sinal um sorriso
E da tua fuga um " já vou já vou chegando»
M'filha que pena me dá de te ver
Deixando seu corpo esquecido
Muito inteligente, pobre boba, a dedicar-te
À eterna dissecção de um pecadilho
Mulher, despe-te e fica quieta
A ti procura a flecha
E é o homem, finalmente, como sangria
Que às vezes dá saúde às vezes mata
E é o homem, finalmente, como sangria
Que, às vezes, dá saúde e, às vezes,