Les Pitounes — Cantouque Du Soir letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Cantouque Du Soir" de Les Pitounes.
Letra
La vaisselle étant lavée
La lune s’est levée
Sur la chanson sale des fonds de cour
Quand le vin est ciré le plancher est glissant
Corde à linges et grandes combines
Mauvaises herbes dans nos lits doubles
Les cargaisons coulent et tu surnages ô mon pays
Entre deux épaves et quatre pitounes
Dans le mazout teinté d’oubli
Lèvres gercées par l’hiver
Craquelures du grand âge aux mains des vieux
Qui de nous te verra plaine morbide
Enfin lavée comme une grève un soir de vent
Dans les grincements de huards
Au large de Champlain
Les bouées tournent et puis s'éteignent
Ainsi la gueule baveuse des chiens que nous sommes
Éperdus de mots cherchant à dire
Non pas des secrets ni des mystères
Mais bien pourquoi puant pays de mes amours
On t’aime encore et pour toujours
Mauvais cadeau plus qu’inutile
Grinenaude au fond de l’histoire oubliée
J’entends les cris des poubelles ô lundi soir
Fumier des temps humides
Vaches à peine vêlées
Collets de tous nos draffes
Notre passé de communiants
Mon doigt coupé tombe encore
Dans le néant de mes onze ans
Tandis qu'à vingt d’un pays je fus nanti
À la fois son fils et son père
À la fois la terre et la charrue
À la fois son trottoir et son passant
Et d’autant plus triste et débordé
Le pays que je travaille pour est un câlice
Un enfant de chienne de nous maudire icitte sans un ancêtre
Sans une bougrine
Sinon nous-mêmes hostie d’hummus
Ma jeunesse a crissé le camp comme un voleur
Emportant tout sinon des dettes et des cassures à réparer
Sémantique du blasphème et de l’injure
Rien d’autre n’avons-nous sinon perclus au fond des tripes
Entêté jappant sans cesse
Le cri bêlant d’un pays à naître
Tradução da letra
Pratos a lavar
A lua ressuscitou
Sobre a canção suja dos fundos da corte
Quando o vinho é encerado o chão é escorregadio
Corda de linho e grandes combinações
Ervas daninhas nas nossas camas de casal
As cargas afundam - se e tu superas O meu país
Entre dois naufrágios e quatro pitouns
No óleo manchado de esquecimento
Lábios gretados de Inverno
Crepitações da velhice nas mãos da velhice
Quem de nós vai ver-te mórbido
Finalmente lavado como um strike em uma noite ventosa
Nos guinchos de loons
Off Champlain
As bóias viram-se e depois desligam-se.
Então a boca babante dos cães que somos
Perdido em palavras que procuram dizer
Não segredos ou mistérios
Mas por que país fedorento dos meus amores
Nós te amamos de novo e para sempre
Um mau presente mais do que inútil
Grinenaude no fundo da história esquecida
Eu ouço os gritos do lixo Oh segunda à noite
Estrume húmido
Vacas mal paridas
Coleiras de todas as nossas águas
O nosso passado como comunicadores
O meu dedo cortado cai outra vez
No nada dos meus onze anos
Enquanto vinte de um país eu era rico
Tanto o seu filho como o seu pai
Tanto a terra como o arado
Tanto a calçada como a passadeira
E ainda mais triste e oprimido
O país para quem trabalho é leal
Uma filha da mãe a amaldiçoar-nos Aqui sem um antepassado.
Sem um bougrina
Se não Formos nós a hospedar húmus
A minha juventude gritava como um ladrão
Tirando tudo menos dívidas e quebras para reparar
Semântica de blasfémia e insulto
Não temos mais nada além de perfurar o fundo do intestino.
Teimosa a tagarelar interminavelmente
O grito de um país por nascer