Les Cowboys Fringants — L'horloge letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "L'horloge" de Les Cowboys Fringants.

Letra

L’homme ordinaire fut jeune et insouciant
À l’abri des affres des années qui passent
Invulnérable porté par le vent
De cette jeunesse qui croyait il hélas
Allait se poursuivre éternellement
Comme si le temps s’arrêtait se prélasse
Fort de l’enthousiasme de ces vingt ans
Il était certain de mener sa marque
Différemment de celle de ces parents
«Moi vous verrez je vais laissez ma marque»
Qu’il leur disait un peu arrogants
Alors qui l’avait tous la vie devant
Mais les aiguilles tous au fond de l’horloge
Batte la mesure et jamais ne déroge
Elle nous rattrape laissant dans leur sillage
Les rêves que l’on a pas réalisé
Qui s’essouffle à la façon d’un mirage
C’est dans le pas, la réalité
C’est la vie!
C’est la vie!
C’est la vie!!!
Et le mardi il remet sa montre à l’heure
Car soudainement le temps viens à manquer
Si Jadis il n'était pas un facteur
Ce dernier deviens précieux et compter
Et au milieu de cette veine poursuite
Il se dit que la vie passe trop vite
La grosse télé, la petite vision
Le voyage dans le sud à la relâche
Accepter de vivre comme un mouton
Suivre la masse, attelés à la tâche
À la remorque du temps qui s’enfuit
L’homme se rend compte qu’il a peu accomplis
Car les aiguilles tous au fond de l’horloge
Batte la mesure et jamais ne déroge
Elle nous rattrape laissant dans leur sillage
Les rêves que l’on a pas réalisé
Qui s’essouffle à la façon d’un mirage
C’est dans le pas, la réalité
C’est la vie!
C’est la vie!
C’est la vie!!!
Puis l’homme ordinaire ce dis qu’il vivote
Il sais bien qu’il est à coter de la plaque
Tous les matins le jour de la marmotte
Et sa vie qui va droit dans un cul de sac
À comme il aimerait en changer le cours
Avoir l’audace de faire demi tour
C’est le courage de nos décisions
Qui ce veut le moteur de nos actions
C’est lui qui nous pousse à franchir le pont
Et le fossé de la résignation
Mais qu’on soit immobile ou en mouvement
Une chose est sur rien n’arrête le temps
Car les aiguilles tous au fond de l’horloge
Batte la mesure et jamais ne déroge
Elle nous rattrape laissant dans leur sillage
Les rêves que l’on a pas réalisé
Qui s’essouffle à la façon d’un mirage
C’est dans le pas, la réalité
C’est la vie!
C’est la vie!
C’est la vie!!!
Car les aiguilles tous au fond de l’horloge
Batte la mesure et jamais ne déroge
(Merci à Gabriel Cantin pour cettes paroles)

Tradução da letra

O homem comum era jovem e despreocupado.
Protegido dos sofrimentos dos anos passados
Invulnerável transportado pelo vento
Desta juventude que acreditou infelizmente
Continuaria para sempre
Como se o tempo parasse de se divertir
Com o entusiasmo destes vinte anos
Ele estava certo de liderar a sua marca
Diferente dos pais.
"Vejo-te deixo a minha marca»
Que ele lhes disse um pouco arrogantes
Então quem teve toda a vida à frente de
Mas as agulhas estão todas no fundo do relógio.
Bate a medida e nunca se desvia
Ela apanha-nos a sair no seu rasto
Os sonhos que não percebemos
Que respira como uma miragem
Está no passo, na realidade
É a vida!
É a vida!
É a vida!!!
E na terça - feira ele põe o relógio a horas.
Porque de repente chega a hora de acabar
Se uma vez ele não foi um factor
Estes últimos tornam-se valiosos e contam
E no meio desta perseguição
Diz-se que a vida passa muito depressa.
A grande TV, a pequena visão
A viagem para o sul em repouso
Aceitar viver como uma ovelha
Segue a massa, junta-te à tarefa
Para o trailer do tempo que foge
O homem percebe que tem realizado pouco
Porque as mãos todas no fundo do relógio
Bate a medida e nunca se desvia
Ela apanha-nos a sair no seu rasto
Os sonhos que não percebemos
Que respira como uma miragem
Está no passo, na realidade
É a vida!
É a vida!
É a vida!!!
Então o homem comum diz que vive
Ele sabe que está perto da base.
Todas as manhãs no Dia da Marmota
E a vida dele vai direitinha ao cu
Como ele gostaria de mudar o curso
Ter a audácia de dar a volta
Esta é a coragem das nossas decisões.
Quem quer o motor das nossas acções
É ele que nos empurra para atravessar a ponte.
E o poço da resignação
Mas se estamos parados ou em movimento
Uma coisa é nada parar o tempo
Porque as mãos todas no fundo do relógio
Bate a medida e nunca se desvia
Ela apanha-nos a sair no seu rasto
Os sonhos que não percebemos
Que respira como uma miragem
Está no passo, na realidade
É a vida!
É a vida!
É a vida!!!
Porque as mãos todas no fundo do relógio
Bate a medida e nunca se desvia
(Graças a Gabriel Cantin por estas palavras)