Leonardo Favio — Quiero Aprender De Memoria letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Quiero Aprender De Memoria" de Leonardo Favio.
Letra
Quiero aprender de memoria
con mi boca tu cuerpo,
muchacha de abril
y recorrer tus entrañas
en busca del hijo
que no ha de venir.
Quiero partir con mi canto
tu cuerpo de niña
y hundirme a vivir
nada me importa la gente
que opina y se mete
no me han de entender.
Como explicar que te quiero
que me sonrío y muero
al verte pasar
como explicar que te amo
si no fuiste mía ni lo serás jamás.
Como explicar que me duele
hasta el aire que juega
en tu pelo y tu andar
piba, si escuchás mi canto
sabrás que es el llanto
que?
poco me importa la gente
que opina y se mete
no comprenderán.
Ay, si pudiera en tu pecho
tener el sosiego
y encontrara paz
y acariciando tu pelo
encontrar el sueño
que no puedo hallar
ay, si tu boca me diera
callada, la forma del amor, de amar
encontraría un motivo
de seguir viviendo,
de poder luchar.
Quiero aprender de memoria
con mi boca tu cuerpo,
muchacha de abril
y recorrer tus entrañas
en busca del hijo
que no ha de venir.
Tradução da letra
Quero aprender de cor
com a minha boca o teu corpo,
menina de abril
e percorrer as tuas entranhas
à procura do filho
que não vem.
Quero partir com o meu canto
o teu corpo de menina
e afundar-me para viver
nada me importa as pessoas
o que acha e se mete
não me devem entender.
Como explicar que te amo
que eu sorrio e Morro
ao ver-te passar
como explicar que te amo
se não foste minha, nem nunca serás.
Como explicar que dói
até o ar que joga
no teu cabelo e no teu andar
piba, se ouvires o meu canto
saberás que é o choro
o quê?
pouco me importa as pessoas
o que acha e se mete
não compreenderão.
Ai, se pudesse no teu peito
ter o sossego
e vai encontrar paz
e acariciando seu cabelo
encontrar o sonho
que não consigo encontrar
ai, se a tua boca me desse
calada, a forma do amor, de amar
encontraria um motivo
de continuar a viver,
de poder lutar.
Quero aprender de cor
com a minha boca o teu corpo,
menina de abril
e percorrer as tuas entranhas
à procura do filho
que não vem.