Leon Gieco — Cinco Siglos Igual letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cinco Siglos Igual" de Leon Gieco.

Letra

Soledad sobre ruinas, sangre en el trigo
Rojo y amarillo, manantial del veneno
Escudo heridas, cinco siglos igual
Libertad sin galope, banderas rotas
Soberbia y mentiras, medallas de oro y plata
Contra esperanza, cinco siglos igual
En esta parte de la tierra la historia se o se caen las piedras aun las que
tocan el cielo
O estan cerca del sol o estan cerca del sol
Desamor desencuentro, perdon y olvido
Cuerpo con mineral, pueblos trabajadores
Infancias pobres, cinco siglos igual
Lealtad sobre tumbas, piedra sagrada
Dios no alcanzo a llorar, sueño largo del mal
Hijos de nadie, cinco siglos igual
Muerte contra la vida, gloria de un pueblo
Desaparecido es comienzo, es final
Leyenda perdida, cinco siglos igual
En esta parte de la tierra la historia se cayo
Como se caen las piedras aun las que tocan el cielo
O estan cerca del sol o estan cerca del sol
Es tinieblas con flores, revoluciones
Y aunque muchos no estan, nunca nadie penso
Besarte los pies, cinco siglos igual

Tradução da letra

Solidão sobre ruínas, sangue no trigo
Vermelho e amarelo, fonte do veneno
Escudo feridas, cinco séculos igual
Liberdade sem galope, bandeiras quebradas
Soberba e mentiras, medalhas de ouro e prata
Contra esperança, cinco séculos igual
Nesta parte da terra a história é ou as pedras caem mesmo que
tocam o céu
Ou estão perto do sol ou estão perto do sol
Desamor desencontro, perdão e esquecimento
Corpo com mineral, povos trabalhadores
Infâncias pobres, cinco séculos iguais
Lealdade sobre túmulos, pedra sagrada
Deus não consigo chorar, sonho longo do mal
Filhos de ninguém, cinco séculos igual
Morte contra a vida, glória de um povo
Desaparecido é começo, é fim
Lenda perdida, cinco séculos igual
Nesta parte da terra a história caiu
Como caem as pedras, mesmo as que tocam o céu
Ou estão perto do sol ou estão perto do sol
É trevas com flores, revoluções
E embora muitos não estejam, nunca ninguém pensou
Beijar-te os pés, cinco séculos igual