Lazarus A.D. — Black Rivers Flow letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Black Rivers Flow" de Lazarus A.D..

Letra

Stay the course for a mass destruction
The innoncence begins to fade
An uproar of wealthy poison
Insurance to be paid
In a fail proof act of grievance
Bait the weak with solemn lies
Full steam ahead to prison
Sentenced till the afterlife
Darkened sky with the truth below
Shadows multiply and black rivers flow
Surging down, into everything we know
The emptiness of an open sea
Turned black inside, failed misery
Fuel the hate, of the black river’s flow
Set sail for oblivion
Mapped out by our ignorant hand
Put the blame on another dominion
The only choice we had
The shattered coast begins to blacken
Along with hope of recovery
Abandon ship that we call this planet
And plead for our sanity
Darkened sky with the truth below
Shadows multiply and black rivers flow
Surging down, into everything we know
The emptiness of an open sea
Turned black inside, failed misery
Fuel the hate, of the black river’s flow
Tear them down, one by one
Compensate, obliterate
For what they’ve done
As black waves drift across the sun
Drown them all, make the call
We cannot wait, we will not wait
Let them fall
Drifting down until their broken bodies become blackened salt
Darkened sky with the truth below
Shadows multiply and black rivers flow
Surging down, into everything we know
The emptiness of an open sea
Turned black inside, failed misery
Fuel the hate, of the black river’s flow

Tradução da letra

Mantenha o curso para uma destruição em massa
A innoncence começa a desvanecer-se
Um tumulto de veneno Rico
Seguro a pagar
Num acto de queixa à prova de falhas
Isca os fracos com mentiras solenes
A todo o vapor para a prisão.
Condenado até à morte
Céu escurecido com a verdade por baixo
As sombras multiplicam-se e os rios Negros correm
A surgir, em tudo o que sabemos
O vazio de um mar aberto
Negro por dentro, miséria falhada
Alimentar o ódio, do fluxo do Rio Negro
Zarpar para o esquecimento
Mapeado pela nossa mão ignorante
Culpe outro dominion.
A única escolha que tínhamos
A costa despedaçada começa a escurecer
Junto com a esperança de recuperação
Abandonar a nave a que chamamos este planeta.
E implorar pela nossa sanidade
Céu escurecido com a verdade por baixo
As sombras multiplicam-se e os rios Negros correm
A surgir, em tudo o que sabemos
O vazio de um mar aberto
Negro por dentro, miséria falhada
Alimentar o ódio, do fluxo do Rio Negro
Deitem-nos abaixo, um a um.
Compensar, obliterar
Pelo que fizeram
À medida que as ondas negras flutuam através do sol
Afoga-os a todos, faz a chamada
Não podemos esperar, não vamos esperar
Deixa-os cair
À deriva até os seus corpos partidos se tornarem sal negro
Céu escurecido com a verdade por baixo
As sombras multiplicam-se e os rios Negros correm
A surgir, em tudo o que sabemos
O vazio de um mar aberto
Negro por dentro, miséria falhada
Alimentar o ódio, do fluxo do Rio Negro