Laura Marling — I Speak Because I Can letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "I Speak Because I Can" de Laura Marling.

Letra

My husband left me last night,
Left me a poor and lonely wife,
I cook the meals and he got the life,
Now I’m just old for the rest of my time.
For he, Oh he, oh my
I speak because I can,
To anyone I trust enough to listen,
You speak because you can,
To anyone who’ll hear what you say,
I swear it was not my choice,
I used to be so kind.
Never rode my bike down to the sea,
Never finished that letter I was writing,
Never got up and said anything,
Worthy, for he, for my.
Graceful sleeper,
You midnight dreamer,
I’m floored by your sound,
I’m floored by your sound.
I swear it was not my choice,
To reach out for someone wise,
I used to be so kind,
I used to be so kind.
In the breaking of the morning we’ll be dancing on my soft lawn.
When you’re shaking out the anger that stops you from taking my call.
When you’re running up the highway,
Singing I’m the king, the king of you all.
When you look back to where it started,
I’ll be there waving you on.
Never rode my bike down to the sea,
Never quite figured out what I believe,
Never got up and said anything,
Worthy, for he, for my.

Tradução da letra

O meu marido deixou-me ontem à noite.,
Deixou-me uma pobre e solitária esposa,
Eu cozinho as refeições e ele tem a vida,
Agora estou velho para o resto do meu tempo.
Pois ele, Oh ele, Oh meu
Falo porque posso,
A quem confiar o suficiente para ouvir,
Falas porque podes,
A quem ouvir o que dizes,
Juro que a escolha não foi minha.,
Eu costumava ser tão gentil.
Nunca andei de bicicleta até ao mar,
Nunca terminei aquela carta que estava a escrever.,
Nunca me levantei e disse nada.,
Digno, para ele, para mim.
Dorminhoco gracioso,
Seu sonhador da meia-noite,
Estou impressionado com o teu som,
Estou impressionado com o teu som.
Juro que a escolha não foi minha.,
Para procurar alguém sábio,
Eu costumava ser tão gentil.,
Eu costumava ser tão gentil.
No romper da manhã dançaremos no meu relvado macio.
Quando sacodes a raiva que te impede de atender a minha chamada.
Quando estás a correr pela auto-estrada,
A cantar Sou o rei, o rei de todos vós.
Quando olhamos para trás para onde tudo começou,
Estarei lá a acenar-te.
Nunca andei de bicicleta até ao mar,
Nunca percebi bem no que acredito.,
Nunca me levantei e disse nada.,
Digno, para ele, para mim.